1873 / 112 p. 1 (Deutscher Reichsanzeiger) scan diff

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Tandem bona causa triumphat! von Pazburg der offizielle Wuns ausgesprochen worden, die Fid|i- digung der Ostsee bietet viel bedeutendere Schwierigkeiten. Die" Linie n

Leopold, Juse

Prinz von Bayern.

Herr! Deine rehte Hand is verherrliht in Kraft, Deine Rechte hat den Feind geschlagen. M. 15, 6.

Johann.

Furchtlos und treu. Carl, König von Württemberg.

Wir wissen, daß denen, die Gott lieben, alle Dinge zum Besten dienen. Karlsruhe den 18. Januar 1872. Am ‘ersten Jahrestag der Proklamirung von Kaiser und Reich. Friedri, Großherzog von Baden.

Gott, Ehre, Vaterland. Ludewig, Großherzog von Hefen. Darmstadt, den 1. Dezember 1871.

Schwerin den 2. Dezember 1871, am Jahrestage der Schlacht bei Ligny,

„Per aspera ad astra.“

Gott war mit uns! So erkämpften wir, wonach unser Volk

eit Generationen sih gesehnt: | L L Deutsche Reich !“ Er bekenne si ferner zu uns! Friedrih Franz Großherzog von Mecklenburg.

Treu und deg Ernft Herzog von Sachsen-Altenburg.

Ich will Deine Befehle nimmermehr vergessen; denn Du erquickest mih damit. Günther Friedrich Carl Fürst zu Schwarzburg-Sondershausen. ondershausen, den 4. Februar 1872.

Aus der Denkschrift, betreffend die Entwicklung der Kaiserlihen Marine und die \sih daraus ergebenden máateriéllén und finanziellen Forderungen.

Dem Reichstage vorgelegt am 21. April d. I.

Be, Geldbedarf des Norddeutschen Bundes zum „Zwecke der Erweiterung der Bundes-Kriegsmarine 1867 beigegebenen Motive stellen folgende Forderungen an die deutsche Kriegsmarine: 1) Schnß und Vertretung des Seehandels auf allen Meeren ; 2) Vertheidigung der yaterländischen Küsten ; 3) Entwickelung des eigenèn Offensiv-Vermögens, Dér "darauf gegründete, sogenannte Flotten -Gründungsplan Fan damals die Zustimmung des Bundesrathes und des Reichs- ages, die daraus entspringenden finanziellen Bedürfnisse wuür- den bewilligt und die deutshe Marinevertoaltung schritt zu dessen Ausführung, Die unter dem 6. Mai v. J, dem Reichs- tage vorgelegte Denkschrift führte aber aus, daß die damals bewilligten Mittel nicht mehr hinréichten, das 1867 gesteckte Ziel zu ewinnen, sondern daß sich zu diesem Zweck ein Mehrbedarf von rund 35 Millionen ergebe. _ | Die großen BotefMeRte welche seit 1867 die Technik gemacht hat, vor allen Dingen aber ‘die großen Ereignisse, welhe die Stellung Deutschlands so wesentlich g&ähndert haben, zwingen zum Aufwerfen der Frage: sind die 1867 gestellten Aufgaben ingwiicben größer gewdör- den, bedärf es cines ‘neuen Flotten-Gründungsplanes? | Die 3 obenge- stellten Forderungen müssen den Mäßstab bei Beantwortung diéser Frage abgeben. : Zu 1, Den Schuß und die Vertretung ‘unseres Seehandels be-

, Liberia und die Küsten Afrikas am Meerbusen von Guinea anzulaufen und dort deutsche Kriegösmacht zu zeigen. Jn den west- indischen und in den ostasiatischen Gewässern, wo permanent deutsche Kriegsschiffe stationirt sind, reiht sih Requisition an Requisition und wenn an den Westküsten Südamerikas eine Revolution zerstörend in das a Leben eingreift, wundern ih die in jedem Ort dort leben- den zahlreichen Deutschen, daß das mächtige Vaterland ihnen nicht {hüßend zur Seite steht.

Wenn die deutsche Kriegsmarine also ihre friedlichen maritimen Aufgaben ebenso kräftig heute lösen will, wie sie dies im Fahre 1867 thun sollte, so muß sie uicht nur die Zahl ihrer laufend beschäftigten Schiffe vergrößern, sondern fie muß auch ihr rena vermehren, auch die BeschafFung des leßteren von den Bedür gas der Handel®- marine immer unabhängiger machen, und endlih die Kenntniß der Meere erweitern. Nur die Kriegsmarine kann den wissenschaftlichen Stamm bilden, an dem allein sich die große Schifffahrt kräftig empor- ranken kann.

Zu 2. Was nun die zweite Forderung „die Vertheidigung der vaterländischen Küsten“ betrifft, so steht wohl außer Frage, daß die wirksamfte Vertheidigung im Kriege in einem festen Angriff des Geg- ners liegt, uud wenn man also der zweiten Forderung näher tritt, muß die dritte Forderung, Entwickelung des eigenen Offensiv -Vermögens“ in dieser Beziehung hier {hon berührt werden.

„__Die Größe unseres maritimen Handels richtet sfich nah den Be- dürfnissen unseres Volkes und nah dessen Seelenzahl; die Größe der zu entwickelnden defensiven Kräfte nah der Länge unserer Küste, die Stärke unserer maritimen Offensive nah der Stärke unserer even- tuellen Feinde und endlich nach der Größe und Ausdehnung dessen, was zu vertheidigen ist, d. h. also nah der Größe der Handelsmarine und nach der Ausdehnung der Küste.

Bei der Frage, welche Offensivkräfte wir zur See event, noth- wendig hätten, stoßen wir also auf sehr entgegengeseßte Größen; eine große über die dae Welt verstreute Handelsmarine und eine im Ver- hättniß uur kurze Küste; schr starke fremde Kriegsflotten und eine für die feindlichen Landungszwecke wenig geeignete Küste

Wie ausgedehnt unser Sechandel und die maritimen Interessen Deutschlands sind, n oben {on im Allgemeinen o in wel- hem Verhältniß unsere e L zu den übrigen Handelsflotten A Sit steht, ist aus einer Zusammenstellung derselben, in Anlage 1, etsichtlich.

__ Die Länge unserer gesammten Küsten beträgt circa 170 Meilen, die der Russen allein an der Ostsee, nahe das Doppelte, wozu dann no die nordischen Küsten und die des Schwarzen Meeres treten. Die Franzosen haben mehr als das Doppelte europäischer Küste und Eng- land i nur maritime Grenzen.

[8 Maßstab der maritimen Streitkräfte anderer Mächte können die neuesten Budgets der verschiedenen Kriegsmarinen dienen.

Die Offensivkraft in einem grolen Kriege kann und muß reie A land seiner Landarmee überlassen. Denn einen Punkt darf man nicht beim Vergleich des Land- und Seekrieges vergessen, jedes feindliche Dorf, welches in Besiß genommen wird, ist ein faktischer Erfolg, ein erobertes Schiff kommt erst in Anschlag, wenn das Fazit des Krieges gezogen wird. Eine eroberte Festung sichert die Eroberung einer Pro- ping. Die Wegnahme einer ganzen feindlichen Kriegsflotte gewährt höchstens das Mittel, eine Eroberung zu beginnen. S

Was nun die Beschaffenheit unserer Küste anbetrifft, so unter- stüßt dieselbe so wenig feindliche Landungen, Rene in Bezug der Tiefenverhältnisse und Strömungen als auch in Bezug auf die Etablirung_von Landungstruppen, daß man die Vertheidigung auf diejenigen ODertlichkeiten beschränken kann, welche den Gegner besonders locken, wie z. B. die großen Handelsstädte 2c.

Für diese Aufgabe gewähren die Offensiv- und Defensiv-Torpedos das geeignetste Mittel, und wie Nordawerika in seinen Kriegseven- tualitäten gegen das Meer beherrschende Albion in dieser neuen Waffe seine Hauptvertheidigungskraft suchte, so wird dies auch die deutsche Marine für ihre Küsten thun müssen und können.

Neben den Torpedos bedarf es dann noch \{wimmender und Landbatterien, um die lokale Vertheidigung zu stüßen und endlich einiger größeren Schiffe (Ausfallschiffe), um unserem Küstenhandel die E offen zu halten und die Blokade unserer Häfen möglichst zu erschweren.

Die Vertheidigung unserer Küsten ist jo lange eine in sich ge- theilte, als niht der Nord-Ostscekanal Nord- und Ostsee verbindet und es gestattet, die Schiffe von einem Meere zum anderen auf einer inneren Linie zu bewegen, ohne die in fremden Händen befindlichen

zieht fih 130 Meilen lang und hat auf beiden Flügeln die dem An- greifer offenen T

Nur unsere Schleswigschen Häfen bieten Tiefenverhältnisse, welche gesiatien, Schlachtschiffe in ihnen aufzunehmen; der bis jeßt einzige Kriegshafen der Ostsee, Kiel, liegt auf dem äußersten Flügel und derazt zurückgezogen, daß der Gegner viel mehr Freiheit hat, den at zu blokiren, als wir den Sund und die Belte von dort zu be- herrschen.

__ Die Blokade des Ostseehandels hat ihre Hauptpunkte au nicht in dem Holsteinshen Winkel, wo der Feind sich im Mittelpunkt der Häfen aufstellen und sie alle gleichzeitig beherrschen kann, sondern vor Swinemünde und Danzig, wo die offene See in breiter Front ge- halten werden muß. _ S ;

Die Vertheidigung der Ostsee muß deshalb, außer in der Kieler Bucht, au bei Swinemünde und Danzig selbständig geführt werden, und wenn wir dort auch nur ein wenig offe:siv vertheidigen wollen, müssen wix uns hier militärishe Basen und solhe Schlachtschiffe veciSafen. welche den dortigen Tiefenverhältnissen entsprechen. ;

Wir branchen Reparaturstellen bei Swinemünde und bei Danzig, und die Schlachtschiffe dürfen nur einen Tiefgang von 18 Fuß haben.

__ _Weun die deutshe Marine in der Ostsee auf den einzigen Hafen Kiel beschränkt bliebe, würde sie in dem östlichen Theil nie eiu Ge- fecht wagen können, denn sie darf nicht darauf rechnen, mit einem be- \chädigten Schiff bis nah Kiel zurück zu gelangen. Kiel allein am westlichen Ende der deutschen Ostseeküste genügt mithin nicht für alle Fälle und es ist durchaus nöthig, auch im östlichen Theil der Ostsee einen Hafen zu besißen, auf den ih unsere Kriegsschiffe gelegentlich zurücziehen und wo fie dringende Reparaturen vornehmen können,

Hierfür ist Danzig: am besten geeignet.

i eshüße {hweren Kalibers und Offensiv - Torpedos werden hier die Da der offensiven Vertheidigung bilden, Für Swine- münde und Danzig bedürfen wir mindestens vier solcher Schiffe; außerdem ein Dock und in Danzig eine Reparaturwerft. Für Swi- erat genügen neben Kiel die in der Nähe befindlichen Privat- werften.

Zu 3. Die dritte {hon 1867 gestellte Forderung, die Ent- wickelung des Offensivvermögens der deutschen Flotte, hat vorstehend hon eine Chara terisirung erhalten; sie hat nah dem jeßt ins Auge zu fassenden Plane nicht die Aufgabe, gegen die großen europäischen Staaten offensiv zu verfahren, O sie soll nur dahin unsere Macht tragen, wo wir kleinere Interessen zu vertreten haben und wo wir die eigentlihe Macht unseres Staates, die Landmacht, uicht anders hin- bringen können, Wir müssen die Mittel haben, Ia auftreten zu können, wo unsere deutschen Aes unmotivirt verleßt worden sind, wie dies in denjenigen Staaten so leiht geschieht, wo die Leiden- schaften der Einzelnen größer sind als die Macht und die Vernunft des Staates. i

Unsere Offensive wird also bestehen in Angriffen gegen Flottillen und gegen Küstenforts in mehr oder minder entfernten Gewässern. Sul oigeasve fordert also eine Zahl starker und guter jecgehender

acht]chi}fe.

Die Frage, wie wir im Falle eines europäishen Krieges unsere Haudelsmarine {üßen, ist nicht beantwortet, weil im Falle eines Krieges mit den großen Seemächten die deutsche Kriegsmarine nicht im Stande ist, dieser Aufgabe zu genügen, soadern dies nur in- direkt durch unsere Landmacht geschehen kanu. Der deutschen Kriegs- marine wird dann nur die Aufgabe zufallen, die in F liegende Kraft voll ea um ihr Sherflein zur Entscheidung veizutragen. Sie wird sehen müssen, was sie leisten kann mit denjenigen Schiffen, welche für Aufgaben in entfernten Gegenden, wie oben angegeben, be- stimmt sind, und mit Jentenigen welche wir als Ausfallschiffe für unsere Küstenvertheidigung eschaft haben. :

Die bisher der Marine gewährten Mittel haben es ermöglicht:

1) die Zahl der Schiffe auf ca. F der Stärke zu bringen, welche der Flottengründungsplan von 1867 fixirte;

2) den Kriegshafen Wilhelmshaven im großen Ganzen zu vollenden ;

3) den Kriegshafen bei Kiel gm angen:

4) in Danzig eine sehr elementare Werft zu etabliren ;

5) für die Mannschaften einen Theil der nothwendigen Räume zu schaffen ; i / i

6) nah Wilhelmshaven durch Gründung eines Orts- und Liege- hafens einige Lebenselemente zu ziehen;

7) den Betrieb der Werften anzufangen;

8) das Bedürfniß an Torpedomaterial zu erforschen;

oldenburgischen Grenze bis Wilhel aven ;

_ VIL. die Beschaffung von Betriebsmitteln und Materialien-Vor- räthen für den Werst- und Hafendienst ;

VIII, die Deivassung von Torpedo-Kriegsmaterial ;

__IX. die Herstellung von Feuerschiffen und Leuchtapparaten, eines Observatoriums* und die Befriedigung verschiedener anderer einmaliger Bedürfnisse ;

X. die Verstärkung und Ausbildung des Personals und die Er- haltung des Materials.

Die Las rung der vorstehend unter 1. bis X, bezeichneten Ar- beiten und L &aftunden erfordert einen eimnaligen Kostenaufwand von 72,812,500 Thlrn., in welcher Summe die außeretatsmäßige For- derung für 1873 mit 8,484,420 Thlr, die Etatsforderung für 1874 mit 3,643,200 A und die ausereamatige Forderung für 1874 mit 9,534,970 Thlr., Summe 21,662,590 Thlr. enthalten sind.

Nah dem Geseße, betreffend den außerordentlichen Geld- bedarf des Norddeutschen Bundes zum Zweck der Erweiterung der Bundes-Kriegsmarine und der Herstellung der Küstenvertheidigung vom Jahre 1867 waren für die einmaligen Ausgaben der Marine- verwaltung während der Jahre 1874 bis 1877 mit Aus\{luß der für die Jahde - Befestigungen veranschlagten 300,000 Thlr. bestimmt 9,200,000 Thlr.

Die Mehrkosten des neuen Flotten - Gründungsplanes gegen den Plan und die Kostenveranschlagung von 1867 würden mithin 63,612,900 Thlr. betragen.

__ Durch die Denkschrift vom 6. Mai 1872 ist jedoch nachgewiesen, daß die Ausführung des Flotten-Gründungsplanes von 1867 gegen den damaligen Anschlag für die einmaligen Ausgaben der Marine- verwaltung mit Ausschluß der für die Hafenbefestigung und die Be- \haffung der Hafen-Armirung veranschlagten Summen von 6,300,000 T. und von 2,210,000 Thlr. eine Mehrbewilligung von 26,954,698 Thlr. erfordert haben würde.

Die Mehrkosten der Asführung des neuen Flotten-Gründungs- planes gegen die in der Denkschrift vom 6, Mai 1872 veranschlagten Kosten der Durchführung des alten Flotten-Gründungsplanes ermäßi- gen sich mithin auf 36,657,802 Thlr.

Die Oberkirche zu Frankfurt an der Oder.)

e D Ee in Frankfurt an der Oder sind das Rathhaus und die Ober« Pfarrkirche zu St. Marien.

Wenn das Rathhaus, auf welchem ehemals das Wahrzeichen der Hanse zwei eiserne, durh einander gesteckte Stangen mit einem Ringe am Ende sich befand, mit seinen \pätgothischen Giebeln und Rosetten, dem zierlihen kleinen Thürmchen und den prächtigen, kühlen Gewölben des Rathskellers dort unten das 16. Jahrhundert, die Zeit des Erlöschens der alten Bedeutsam keit der Stadt vorführt, \o erinnert die gewaltige, tief ernste Kirche daneben an die Periode des mittelalterlihen Glanzes der Oderstadt, an die Tage Ludwigs des Bayern und Karls I1V.

Hochragend sind alle Verhältnisse dieses Baues, die Fenster des Langhauses und des Chores, das Dach, die Zinnen-Verklei- dung des Schiffes und der gewaltige Thurm, dem ein \{chwächerer bis ins Jahr 1826 zur Seite stand. Der dunkelbraune Bastein verstärkt den Eindruck des Ernsten, Stattlichen, welchen die Kirche macht, noch um ein Bedeutendes. Die alten \streitbaren Bürger aber vershmähten auch den Shmuck der heiteren Steinmeßkunst nit; die Frankfurter Oberkirche trägt, was an einer arcitek« tonischen Kirche eine Seltenheit is, architektonishe Sandfstein- Verzierungen an ihrer Außenseite, sie ist mit Portalen geschmüdt, über welhe der Künstler den Ritter St. Jürgen und die Mutter Gottes, St. Hedwig und St. Adalbert, geseßzt hat. Das Gefühl der Zusammengehörigkeit mit dem Deutschen Reiche spricht sih in den Wappenschildern aus, die an den Strebepfeilern und über dem Portalbogen prangen freilih jeßt zerstört von der Witterung und bedeckt von grünem Moose dem Adler und dem

: L \ 4 : E ; Öhmi Löwe Rade g m Kreuze nahes An ie Atiere Keieda E der Durand, po: Wasserstraßen zu passiren. Die Nordsee hat ihre bedrohten Punkte “d 6 E E O Cöln, den 19004 des Lebuser Hocstifts p n Sabne im wachsenden An)prüche an unsere Kriegsmarine: Dc 3 1 P . »CDTOYTE u versehen; s R s h x : 2 or de Unser. Secbandel das fatnis n ed entuns gewonnen ; ziemlich konzentrirt in der Elb-, Weser- und Jade-Mündung. s 10) den Anfang zu einer Hafenbetonnuung und Erleuchtung zu | Wappenschilde der Stadt, den sie erhalten, weil sie eine Wäh b, die Machtentwickelung des Deutschen Reichs hat die im Aus-

lande lebenden Deutschen wieder zu Deutschen gemacht; sowohl dieje-

nigen Deutschen, welche den heimathlichen Verband auf auswärtigen andelsniederlassungen erhalten haben. sowie die fans ausgewanderten eutschen suchèn eine Anlehnung an das Deutsche Reih in einer

Ausdehnung, wie sie im Jahre 18367 nicht vorherzusehen war;

c, die maritime Entwickelung. Deutschlands findet immer größere ie amkeit bei den anderen maritimen Staaten Europas, welthe bisher allein die Meere behèrrschten, i

Wie die Ansprüche sih vermehren, welche die Deutschen an unsere ne machen, können nur die Akten. nachweisen. Die Vertreter der

tadt Hamburg werden Bes am meisten belegen können, denn keine deutsche Skadt hat so viele ‘einzelne kaufmännische Etablissements in die Welt gesendet, wie Hambnrg, und so ist z. B. in der lebten Zeit

Wilhelmshaven ist die Basis der militärischen Vertheidigung, und die dort stationirte Flotte hat eine große Freiheit der Bewegung, da sie auch in den anderen beiden Mündungen freie Rückzugslinien hat.

Ein Gegner hat indessen in Helgoland eine gute Aalehnung, und dieser Umstand muß in Betracht gezogen werden, nicht weil an einen Krieg mit England gedacht werden könnte, sondern weil bei der herrschenden Auffasfung der Neutralitätspflichten jeder ändere Gegner dort einen Stüßpunkt finden kann. oll der Gegner hier beunruhigt werden, fo müssen unsere offensiven Defensivniittel mindestens ‘annähernd so a sein, wie die Angriffsmittel des Gegners ; wir bedürfen hier zur offensiven Defensive der großén Schlachtschiffe, wie sie die Gegner uns entgegenstellen; mit 6 bis, §8 Panzerfregatten wird die ne im Stande sein, fo tpistige Ausfallge}echte zu machen, daß eine Blokade nicht von Dauer sein kann. Die Verthei-

machen.

11) das Personal für unsere Schiffe im heutigen Bestande an- nähernd zu fichern. :

Die Aufgaben, welche hiernah der Marine zur Erreichung der vorgezeichneten Ziele noch gestellt werden müssen, find also:

I, die Herstellung des Bedarfs an Schiffen ;

b IT, die Vollendung der Hafen und Werftbauten im Wilhelms- aven ; j

111, die Herstellung des Marine-Etablissements bei Ellerbeck an der Kieler Bucht;

IV, der Ausban der Werft zu Danzig zu einer leistungsfähigen Reparaturstätte; i 7

V, die Vollendung der fonstigen für die Zweckte der Marine nöthi- gen Bauten, neten der Garnisonbauten ;

terin deutscher Gesittung an der Ostgrenze des Reiches sein sollte.

Der Grundriß der Frankfurter Marienkirche i} durch viele spätere Anbauten ein verwirrter geworden, ursprünglih war das Gebäude wohl eine dreischiffige Kirche in Kreuzesform, die beiden Säulenreihen hinein reichend in den hohen Chor, wie bei St., Nicolai in Berlin.

Später aber wurde der Westtheil zu einem unregelmäßig überwölbten, von theils zierlih profilirten, theils gewaltig plump gearbeiteten Säulen gelragenen, [EnfoGin Schiffe erweitert; am Ende des Nordarms des reuzes baute

Orders-Billay Brandenburg“. : ! /