1873 / 200 p. 1 (Deutscher Reichsanzeiger) scan diff

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Epoche stehen geblieben find. Es handelt fich mithin hierbei niht um die Aufhebung einer von dem Geseßgeber beabsichtigten Exemtion einer gewissen Gattung von Geschäften von der auf gleihartigen Geschäften im bürgerlichen und gewöhnlihen wirth- agi uns Verkehr ruhenden Steuer, sondern um einen durch ie Unvollkommenheiten der Gesehe hervorgerufenen, keineswegs mit der Absicht des Geseßes Üübereinstimmenden Zustand. Der Uebergang zu anderen Formen der Beurkundung, der si theils von selbst aus den Bedürfnissen des kaufmännischen Verkehrs heraus entwickelt, theils auch wohl unter absihtliher Vermeidung der ven den Stempelgeseßen als steuerpflihtig behandelten Ge- \chäftsformen vollzogen - hat, hat bewirkt, daß die bestehenden Stempelgeseße auf die bezeichneten Geschäfte entweder überhaupt nicht anwendbar sind, oder doch dieselben nur in \o gerin- gem Maße erfassen, daß dies als eine angemessene Besteuerung niht angeschen werden kann. Bei der gedahten Gelegenheit ist e näher ausgeführt, wie wenig begründet die früher weit verbreiteten Ansichten erscheinen, daß mit der Eigenthümlichkeit der Geschäfte im Börsen- und Bankverkehr \sich die Erhebung mäßiger Stempelabgaben von denselben nicht vertrage, oder daß es auf alle Fälle ein vergeblihes Bemühen sein würde, den in dieser Hinsicht nun einmal bestehenden Zustand zu ändern. Die Vorgänge einzelner auswärtiger Staaten scheinen wenigstens dafür zu \prehen, daß die Stempelgeseße der nöthigen Umbil- dung zur Erfassung des Börsen- und Bankverkehrs wohl fähig sind.

Andererseits is ohne Weiteres einzuräumen, daß die täg- lihen Abschlüsse im Börsen- und Bankverkehr nicht dazu geeig- net sind, um mit hohen nah dem Werthe des Umsagzes bemesse- nen Werthstempelabgaben, wie sie z. B. bei dem Verkauf von Immobilien fast überall erhoben werden, belastet zu werden.

Daraus folgt aber keineswegs die Nothwendigkeit, die bis- herige Exemtion des Börsen- und Bankverkehrs von der Be- teuerung in der jeßigen Ausdehnung fortbestehen zu lassen und als unabänderliche Thatsache hinzunehmen. Schwerlih würde \ih auch überzeugend nachweisen lassen, daß die Börsen- und Bankgeschäfte, mögen fie den Umsaß von Waaren und Werthen oder die Beschaffung der Geldmittel zu Anleihen und Unter- nehmungen bezwecken, von der Stempelsteuer gänzlich befreit bleiben müßten, während z. B. jede Schuldverschreibung eines Grundbesißers oder eines anderen Privaten, abgesehen von den Kosten der Hypothekbestellung, mit einer niht unbeträchtlichen Stempelabgabe belastet, und ebenso Verkaufs- und Lieferungs- geschäfte über andere Gegenstände einem Werthstempel unterwor- fen werden. Von welchem Gesichtspunkte aus man auch die be- stehenden Stempelfteuern der Einzelstaaten in wirthschaftlicher Beziehung auffassen wöôge, in allen Fällen wird es auffallend gefunden werden, daß gerade diejenigen Geschäfte, welhe die US leh Bewegung des Kapitals vermitteln und großentheils aus\{chließlich aus der freiwilligen Initiative des Strebens nach Gewinn hervorgehen, zugleih aber die entwickeltsten Formen der nationalen Rechtsbildung und den promptesten Rechts\huß vor- ausf\eßen und in Anspruch nehmen, eine ganz exceptionelle Be- freiung von der Besteuerung gleichartiger Verkehrsakte genießen sollen. Es wird deshalb zuzugegeben sein, daß dem häufig her- vorgetretenen Verlangen, die Besteuerung auf jene Akte des kaufmännischen Verkehrs auszudehnen, eine Forderung der Bil- ligkeit und Gerechtigkeit zu Grunde liegt, gleichviel, ob dasselbe zugleih durch übertriebene Vorstellungen von den finanziellen Ergebnissen der vermißten Besteuerung der bezeichneten Akte oder durch die streitenden Interessen verschiedener Berufsstände beein- flußt sein mag.

Angesichts des in den leßten Aas eingetretenen Auf- \{wungs der wirthschaftlihen Entwickelung in Deutschland, gerade auf dem hier fraglihen Gebiete, kann es nicht Wunder nehmen, wenn das oben erwähnte Verlangen wiederholt hervor- getreten ist. Der ungeahnten Ausdehnung und großartigen Be- deutung des Börsen- ‘und Bankverkehrs, der fortschreitenden Mobilisirung der Werthe gegenüber hat jenes Verlangen, wenn nicht Alles täusht, noch mehr als früher auf allgemeine Aner- kennung zu renen.

__ Den Momenten zu Gunsten des Vorschlages pflegen frei- lih andere Momente zur Bekämpfung desselben gegenübergestellt zu werden. Man fürchtet eine Vertheuerung und Ershwerung der einzelnen Geschäfte, welhe den inländischen Börsenverkehr und mittelbar die inländische Produktion zu hemmen geeignet sei; man erwartet andererseits, daß der kaufmännische Verkehr auch die neuen, den jegzigen Une möglichst anzupas- senden Geseßesbestimmungen sehr bald wieder zu umgehen und

die stenerpflichtigen Striftstücke zu entbehren lernen werde, \o daß nicht einmal eine nennenswerthe Einnahme erzielt werten

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und der Versuch sih im Ganzen genommen nur als ein stôren- der aber erfolgloser Eingriff in die Gestaltung des Verkehrs darstellen würde,“

Zur Geschichte der deutshen Rehtschreibung.

Seit dem 12. Jahrhundert erwuchs in Deutschland unter den {wäbischen Kaisern aus der s{chwäbischen Mundart eine Hofsprache, welche bei dem damaligen Aufshwunge der Litera- tur zunächst in die höfishe, dann au in die Volkspoesie Ein- laß fand; diese hwäbishe Mundart gewann so in kurzer Zeit den Vorrang über alle anderen Dialekte, und sie bildete die erste deutshe Gemeinsprahe. Die Schreibweise derselben war im ganzen streng phonetisch, d. h. bestrebt, unbe- kümmert um Abstammung und ältere Gestalt der Wör- ter, den Laut derselben \so wiederzugeben, wie sie gesprochen wurden. Aber im 15. Jahrhundert zerfiel mit dieser ersten Blüthe der deutschen Literatur auch der Ge- brauch der \{chwäbishen Mundart; die verschiedenen Dialekte be- gannen wirr durch einander zu fluthen, und es konnte nicht fehlen, daß gleihe Verwilderung in die Schreibweise einriß; gegen Ende des 15. Jahrhunderts erreichte diese Verwilderung ihren Höhepunkt.

Da erstand in der ersten Hälfte des 16. Jahrhunderts in Luther ein Reformator auch für diese Verkommenheit des Schriftthums. Er wählte für das große Werk der Bibelüber- sezung die Kaiserlihe Kanzleisprahe, welhe den Vortheil bot, vermöge ihres offiziellen Gebrauchs von allen Landschaften ver- standen zu werden und so am leichtesten zur Gemeinsprache fich erheben zu können. Sie verbreitete fih bald als Schriftsprache über ganz Deutschland und verdrängte eine: Dialekt nah dem andern aus der Literatur. Doh waren auh in die Reichs- sprache, wie in die mundartlichen Literaturen, alle Mißbräuche der Zeit eingedrungen und gingen daher auch in die neu- hohdeutshe Schriftsprahe über. Luther selbst fühlte die Mangelhaftigkeit seiner Schreibweise wohl und war auf Besse- rung bedaht; dennoch finden wir oft ein und dasselbe Wort kurz hinter einander auf drei verschiedene Arten geschrieben, 3. B. vil, vihl, viel u. #. w., oder Formen, wie: dorfften, yhn, nodt, gutt u. \. w.

Erst die Sprachgelehrten des 17. Jahrhunderts seßten der Verwirrung einigermaßen Schranken; doch besaßen dieselben weder Einsicht in den Bau der Sprache, noch Kenntniß der älteren Wortformen; auch nahmeu sie die lateinische Grammatik zur einzigen Richtshnur und wandten ihre Regeln auf das Deutsche an, wodurch sie neben den alten oft neue Irrthümer einführten.

Einen bedeutenden Wendepunkt in der Geschichte der deutshen Orthographie führte Gottshed herbei durh seine Schrift: „Die deutshe Sprachkunst“ (erste Auflage 1749). Er sammelte die besten Schreibweisen seiner Zeit, stühte fie auf bestimmte : Regeln und vereinigte sie zu einem System, dem er vermöge seines allgewaltigen Einflusses und durch die Entschiedenheit, mit der er seine Geseye diktatorish aufstellte, allgemeine Anerkennung und Verbreitung zu ver- [passen wußte. Die Grundlagen dieses Systems bestehen noch bis heute fort; dasselbe hat aber scinen vollständigen Ausbau erst dur Adelung erhalten. (Vgl. sein „Umständliches Lehr- gebäude der deutshen Sprache“ 1782.)

Diese beiden bedeutendsten und einflußreihsten deutschen Grammatiker vor Grimm gründeten nun ihr Lehrgebäude auf den Saß: „Schreibe, wie Du sprihst,“ oder: „Schreibe jede Silbe mit solhen Buchstaben, wie man sie in der guten Aus- sprache deutlih hört.“ Dieser sogenannte phoneti\ che Grund- sag hatte für die mittelhohdeutshe Zeit ausgereicht ; jeßt aber konnte er es niht mehr, weil bei der Mehrzahl der Deutschen die geschriebene Sprahhe von der gesprohenen durhaus ver- schieden war und dazu auch das \christmäßige Hochdeutsh nah Landschaften schwankte. Daher verwies Adelung neben diesem phonetischen Prinzip auf die Etymol ogie, die aber häufig zu gro- ben Irrthümern verleitete (z. B. Handthierung, Elendthier), ferner auf Analogie und Usus, welcher legte Grundsaß aber au nohch heute gerade der \{chwächste Punkt unserer Rechtschreibung ist. Auf diese Prinzipien i|st bisher unser orthographisch es System gegründet und galt lange für unantastbar und unum- Putt, bis die neuere Sprahwissenschaft, die seit Grimms

erke einen so großartigen Aufshwung genommen hat, und die sogenannte histori#\che Baleacituangeoeie unserer Sprache eine große Zahl von Mängeln und Gebrechen unserer Rechtschreibung aufdeckte, so daß der Glaube an die Vollkommenheit unseres

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Usus bedenklih erschüttert und die Aufrechterhaltung der alten Schreibweise auf die Dauer zur Unmöglichkeit geworden ist.

Die Mangelhaftigkeit unsrer Schreibweise besteht nun in der inconsequenten Verwendung der vorhandenen Mittel ; besonders is die unbefugte und s{hwankende Häufung von Vo- falen und Konsonanten, mit Jakob Grimm zu reden, der Schüler, wie der Lehrer Noth und Klage. Für die Bezeichnung der Dehnung werden drei Mittel angewendet, die jedesmalige Wahl des. einen oder andern geschieht aber s und rein zufällig; man vergleiche z. B. Saal, Thal, kahl, {chmal; oder mir, ihr, hier. Weil \o jeder Grund für die cine oder andere Schreibung E R die Lehre der Orthographie zu einer lästigen Gedächt- nißsache.

Ebenso häuft man oft ohne Grund die Konsonantien, und wenn auch die Verdoppelung eines Konsonanten nah kurzem Vokal einigermaßen gerechtfertigt ist, so liegt doch eine bedauer- liche Inkonsequenz z. B. in folgender Schreibweise: mit, Schritt ; hin, Sinn; du gewinnt, der Gewinst u. \. w.

__ Neben diesen Grundgebrehen des Systems giebt es noch eine große Zahl von Einzelmängeln, \o die Regellosigkeit im Gebrauch großer Anfangsbuchstaben, die Verwendung von th und ß und die falsche Unterscheidung gleichlautender Wörter.

__ Die angeführten Uebelstände zu heben, stellte die sogenannte historische Rechtschreibung den Saß auf: „Schreibe, wie es die geshihtlihe Fortentwicklung des Neuhochdeutschen verlangt.“ Sie nahm aber einen Zusammenhang zwischen dem Neuhochdeuts hen und dem Mittelhochdeutschen an, der in Wahrheit nicht vorhanden ist, Und behandelte so ein Neuhochdeutsh, wie es nah den von der vergleihenden Grammatik aufgestellten physiologischen Ge- segen hätte werden müssen, nicht, wie es geworden ist. Denn die deutsche Schrift is eine phonetische, und, wie jede pho- netishe Schrift muß fie dur die fortschreitende Lautentwicklung beeinflußt werden. „Die Wörter verändern \sich im Lauf der Zeit, manche Laute werden ausgestoßen, andere hinzugefügt, an- dere gehen in allmähliher Veränderung in einander über oder werden dur ganz neue ersezt. Es is nicht leiht, daß die phonetishe Schrift diesem \teten Wechsel auf Tritt und Schritt folge, und doch muß fie es thun, wenn fie ih selbst treu bleiben soll. Die Sprache muß immer um etwas der Schrift voraus sein; fehlt es der Schrift an Kraft, die immer- fort zwischen ihr und der Sprache entstehenden Lücken auszu- gleihen, so muß mit der Zeit zwischen beiden \ih eine tiefe Kluft bilden: aus der phonetischen Schrift wird cine historische, das heißt eine Schrift, die im Ganzen, oder wenigstens in vielen Punkten nicht die Sprache repräsentirt, wie sie ist, sondern wie sie früher einmal gewesen is; #o z. B. die englishe. Im ai tyr zu ihr hat die deutsche den phonetishen Charakter be- wahrt,

Der erste, der nah Grimm das historische Prinzip in der oben angedeuteten Rihtung folgerihtig anwendete und dur{hfühßrte, war Karl Weinhold, unter dessen Anhängern sih besonders Phil. Wackernagel, Friedrich Müller und Otto Vill- mar durch noch weit \{hroffere Forderungen augzeihneten; der neueste Konsequenz - Historiker ist Kaspar Frisch. („Die deutsche rechtshreibung fom standpunkte irer histor. entwicklung.“ Leipzig 1868.) Andere Vertreter der neuen Schule suchten sich mit ihren Reformvorschlägen im Bereich des praftish Mög- lihen zu halten und Geschihte und Herkommen zu vermitteln ; doh auch ihre Theorie hat \sih bis jeyt niht bewährt, wohl des- halb, weil sie die Grenze nicht \{charf genug zogen, wie weit von

den Resultaten der historishen Sprahforshung für die Regelung *

der Shreibweise Gebrauch gemacht werden darf.

Durch Rudolf v. Raumers Epoche machende Arbeiten trat die Frage in ein ganz neues Stadium; in seinen „\prahwissen- \chaftlihen Studien“ (Frankfurt, 1863) hat er die vorliegende Frage von allen Seiten auf das gründlihste beleuchtet; diese „Studien“ gründen fich auf physiologishe und \prachvergleichende Untersuchungen, und fie dürften berufen sein, die ganze Kon- sonantenlehre umzugestalten und die Grimmschen Geseze von der Lautverschiebung zu ergänzen, resp. zu berichtigen. Diese Erfolge auf dem Gebiete der historishen Sprachforshung lassen es um so wihtiger erscheinen, wenn Raumer gegen die falsche E in- seitigkeit der historishen Schreibung laut Einsprache erhob, das uralte phonetishe Prinzip wieder in seine Rechte ein- sehte, daneben aber sich nicht gegen die gesiherten Resul- tate der historishen Forshung vershloß und zweckmäßigen, aber allmählichen Verbesserungen nicht entgegentrat.

Um mit Erfolg cine Verbesserung der Mangelhaftigkeit unserer Schreibeweise anzubahnen, mahnt Franz Linnig in seiner Schrift „die Rehtshreibung im Deutschen“, mit größter Behutsamkeit vorzugehen und sich möglichs an das Herkommen anzulehnen. Er folgt eben so, wie der Verein der Berliner

Gymnasial- und Realschullehrer in der Schrift, „Erörterungen über Orthographie“, dem Ausspruh Raumers: „Auch eine minder gute Orthographie, wofern ganz Deutschland darin übereinstimmt, is} einer vollklommeneren vorzuziehen, wenn leßtere auf einen Theil Deutschlands beschränkt bleibt und da- dur neue Spaltung hervorruft.“ Falls die vorzunehmenden Verbesserungen, sagt Linnig, nur Schriftzeihen berühren, wie 3. B. die Frage von den großen Anfangsbucbfiaben, „10 ist die- jenige Aenderung die beste, deren Erlernung am wenigsten Zeit und Mühe kostet. In allen andern Fällen darf vor allen Dingen der Laut des Wortes weder geändert, noch getrübt werden.“ In demselben Sinne heißt es in der Schrift der Ber- liner Gymnasial- und Realschullehrer: Festseßungen und Aen- derungen- müssen \sich dem Grundcharakter unsrer bisherigen Orthographie anschließen ; dieser is aber ein überwiegend phone- tischer, ausgesprochen in dem Grundsaß: „Bring deine Schrift und deine Ausf\prahhe möglichs| in Uebereinstimmung.“ Im Uebrigen hat nur diejenige Aenderung Berechtigung, die der Geschichte resp. Etymologie des Wortes am besten entspricht und dadur sein Verständniß und seine Verwandtschaft klarer her- vortreten läßt.

Reiseblätter. VI.

(Vergl. Bes. Beil. Nr. 32 vom 9. August.)

Neben dem Ernsten, Erhabenen, Grauenhaften und Be- deutungsvollen bietet die See noch eine andere Seite freund- licherer Art dar: gleih dem hohen Gewölbe des Himmels, welches in der Erhabenheit einer sternenhellen Naht, in dem Düsteren, Beengenden und Schrecken-Erregenden eines wolkenbedeckten oder in Sturm und Gewitter ausbrehenden Horizonts und in der heiteren Helle eines reinen oder nur von leihtem, flockigem Ge- wölke \pärlih unterbrochenen Blaues anders und wieder anders auf unsere Stimmung wirkt. Bei reiner Luft und \{chwachem Winde gewährt das Meer einen heiteren, Gemüth und Phantasie freundlih anregenden Anblick. Die ewige Bewegung der weiten Fläche, wodur dieselbe gleihsam belebt erscheint, belebt auch den Betrachter; er gewahrt erfreut in dem klaren Wasser die ras bewegten Gestalten einer an Arten und Individuen zahllosen Thier- welt; das dunkle Blau oder die fette grüne Farbe des Elements, welches uns unbegrenzt umgiebt, thut dem Auge ungemein wohl, und man ermüdet niht, dem Spiel der beweglichen Fläche zuzu- sehen, welhes unzählige Wellen von vielfaher Höhe und Breite entstehen und vergehen läßt, sie mit weißem Shaume krönt und beim Niedersinken derselben mit Marmoradern durchzieht. Die Phantasie hat einen weiten, im Einzeln \tets Farbe und Aus- sehen wechselnden Raum der Betrahtung, und freut \ich der Täuschung, wenn manchmal in der äußersten Ferne lange Wogen- strecken \fih wie große Wiesenflächhen oder Wälder darstellen, oder der Shaum der Wellen das Trugbild einer waldumgrenzten Stadt mit weißen Häusern vorführt, oder wenn ein am Rande des Horizonts erscheinendes Schiff, übermäßig vergrößert, der Thurm einer Stadt oder eine hohe Pappelbaumgruppe zu sein \cheint. Wohlthuend und kräftigend ist dabei die frishe Seeluft, welche so mittelbar das Innere des Schiffenden beleben und er- heitern hilft. Diese freundlihe Seite des auf das menschliche Gemüth wirkenden Meeres muß, im Gegensatz gegen die düstere, nebelbedeckte See polarer und subpolarer Striche, einen um so mehr überwiegenden Einfluß haben, je mehr der Schiffer sh den äquatorialen Regionen nähert, in denen die Atmosphäre in längerer Dauer wolkenfrei ist und die kühle Luft der See den von Higze ershlafften Menschen wohlthuender erquickt und er- frisht. Daher finden wir denn au bei den Meeranwohnern solcher’ glücklihen Erdstriche viel heiterere Bilder von der See, als bei den Nordländern, bei denen dagegen fast alle jene düfteren, grauenvollen Sagen entstanden sind, die wir oben erwähnten.

Noch müssen wir \chließlich des Gefühls der Freiheit und der Kraft gedenken, welches die See in denen erweckt, die auf ihr atndtiid die Stätte ihres Strebens und Schaffens haben. Das freie Meer, wie die freie Natur überhaupt, wo der Mensch keine beengende Schranke fühlt und sich nur von \ihch selbst ab- hängig findet, erweckt jenes erhebende, frohe Gefühl, das den Seemann, troh tausendfachen Gefahren und Entbehrungen, aus den Kreisen des sicheren und geordneten Lebens immer wieder hinaus auf die wogende Fluth zieht. Dieses Gefühl und das Bewußtsein der auf sih selbs beruhenden und im Kampf mit Elementen erstarkten Kraft sind es, die dem Seeleben für Viele den Hauptreiz geben, alle Männer des Meeres aber in größerem oder geringerem Grade durchdringen: sowie eine ähnlihe Stim-