1876 / 38 p. 9 (Deutscher Reichsanzeiger) scan diff

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Zur deutschen Familien- und Geschlechterkunde.

In dem Aufsaß: Zur deutshen Familien- und Geschlechter- kunde in Nr. 40 und 41 der „Besonderen Beilage“ vom Jahre 1872*) haben wir auf die kulturhistorishe Bedeutung der genea- logishen Darstellungen hing-wiesen. Wir haben hervorgehoben, daß die meisten Familiengeshihten sh zunächst mit der juristishen und re<tsges{<i<tli<hen Seite beschäftigen und die Abstammung und Verzweigung der Familien, deren Rang und Adelsgansprüche, Probationen und Ahnentafeln nebs biographi- {hen Nachrichten über die einzelnen Glieder zum Gegenstande haben. Dagegen is} in den mcisten genealogishen Werken eine übersihtli<he und vergleihende Zusammenstellung der erwähnten Angaben nicht gemaht, und no< weniger sind die Verhältnisse der verschiedenen Familien einander gegenüber- gestellt und verglichen worden.

Von dem kulturhistorishen Standpunkte aus würde es da-

egen darauf ankommen, auf historisch-statistisher Grundlage den Verlauf zu ermitteln, na< welcher \sih das physiologishe und psychologishe Leben der Familien gestalte, Es wären für eine solhe Biologie der Familien zusammenzustellen : Die Lebensdauer derselben nach der Zahl der Geschlehtsfolgen in direkter und Seiten-Linie die territoriale Ausbreitung der Familien und die Arten ihres Berufs die besonderen Familieneigenthümlichkeiten nah ihrer physischen, geistigen und fittlihen Entwi>kelung endlih ihre politische, wirthschaft- lihe und soziale Bedeutung.

In Anknüpfung hieran theilen wir die folgende Zusammen- ftellung über die Lebensdauer der Adelsfamilien der Altmark und des ehemaligen Hochstifts Halberstadt mit.

Zu Anfang des 14. Jahrhunderts zählte der altmärkische Adel 160—170 Geschlechter. **) Jm Jahre 1565 betrug deren Zahl nur etwa 65. Es waren dies folgende Geschlehter: Die von Alvensleben, v. Arnstedt, v. Bars (Barsewisch), v. Bartensleben, v. Berge, v. Bertkow, v. Bismar>, v. Borstell, v. Brunn, v. Buchholz, v. Calben, v. Dalchow, v. Danne, v. Dequede, v. Düsedow, v. Eichstedt, v. Eimbe>, v. Einwinkel, die Gänse Edelherren zu Putliß, die v. Gartow, v. Gohr, v. Görne, v. Griper, v. Jagow, v. Jeebe, v. Jhenplitz, v. Kannenberg, v. Klöden, v. Klöte, v. d. Knesebe>, v. Kölkte, v. Könnigde, v. Kruge, v. Krusemar>, v. Lindstedt, v. Lüderit, v. Meseberg, v. Mebdorff, v. Osterholt, v. Pieverling, v. Redern, v. Rengers- lage, v. Retfeld, v. Rinow, v. Rinntorff, v. Rohr, v. Rönnebe> v. Rofsow, v. Rundstedt, v. Sanne, Schen>en v. Flechtingen, die Schenken v. Lützendorf, v. Schilling, v. Schlegel, v. d. Schulenburg, v. Schwarzholtz, v. S<hwarzkopf, v. Vinzelberg, v. Voldenschier, v. Voß, v. Wellen, v. Wolde> (zu Arneburg), v. Wulffen, v. Wulsch (Wultke), v, Zehmen. Mithin waren im Jahre: 1565 rund 100 Adelsgeschlehter weniger in der Altmark angese}sen, als zu Anfang des 14. Iahrhunderts oder 250 Jahre vorher. Von diesen 65 Familien \tarben in dem Zeitraum von 1565 bis 1600 4 Familien aus, weitere 4 Geschlehter schieden aus den Reihen der altmärkischen Ritterschaft dur<h Aufgabe ihrer altmärkischen Besißungen. Dagegen nennt das Lehnbuch des Kurfünsten Joachim Friedrih 17 andere Adelsfamilien, welchen in der Zeit von 1598—1605 Lehnbriefe über altmärkische Be- sikungen ertheilt worden sind. Die meisten derselben haben diese Besitzungen wohl erst in der Zwischenzeit erworben, welche Überdies fast nur in Hebungen, Zinsen und Pächten, nicht in eigenen Rittergütern bestanden. Es sind dies die Geschlechter: Asseburg, Biesenbrow, Bodendie>, Bose, Closter, Goldbe>, Köppen, Mandelsloh, Plato, Rebdorf, Treskow, Uechtritz, Velt- heim, Wenkstern, Winterfeld, Wittstru>, Zesterfleth.

Um das Jahr 1600 betrug also die Zahl der in der Altmark begüterten Adelsgeschlechter 74, von denen aber vier, (nämlich die v. d. Asseburg, v. Veltheim, v. Schen>en zu Flechtingen und v. Wulffen) nur indirekt zur Altmarkt gehörten. Von diesen 70 Geschlehtern sind in der Zeit von 1600—1800 36 erloschen, darunter 32 alte Geschlechter, d. i. solche, welhe schon vor 1400 in der Altmark begúvtert waren. Das bedeutendste unter ihnen war das von Bartensleben, welhes 1742 ausstarb. Die ausgestorbenen 36 Geschlechter vertheilen sih auf die ein- zelnen Jahrhunderte folgendermaßen: 17. Jahrhundert: 20 Ge- \chle<hter, 18. Jahrhundert: 13 Geschlehter, 19. Jahrhundert: 3 Geschlechter.

Um 1860 waren nur no< 830 adelige Geschlechter in der Altmark begütert, und von diesen gehörten nur 17 zu dem eingeborenen Adel; die übrigen 13 Geschlechter sind

*) Vgl. den Aufsaß „Zur Deutschen Familien- und Geschlechter- kunde* in Nr. 40 und 41 (1872) (die Gräflihe Familie Schwerin) ; ferner in Nr. 52 (1872) (Friedrih Perthes und seine Familie).

**) Nach einem Aufsaß des Archivraths G. A. v. Mülverstedt.

rezipirt. Die eingeborenen Geschlechter sind: die v. Alvensleben, v. Barsewisch, v. Bis8mar>k, v. Borstel, v. Görne, v. Jagow, v. Itenplitz, v. Kalben, v. d. Knesebe>, v. Kröcher, v. Lüderihßz, v. Rinow, v. Rohr, v. Rundstedt, v. Schen>, v. d Schulen- burg, v. Wolde>. Die rezipirten sind: v. Arnim, v. Bennigsen, v. Goßler, v. Kahlden, v. Knoblauch, v. Levetzow, v. Meding, v. Mei- bom, v. Monteton, v. Romberg, v. Spiegel, v. Trotha, v. Werde>.

Das Territorium des ehemaligen Hochstists Halberstadt

oder im Wesentlichen die heutigen Kreise Oschersleben und Halberstadt enthielten zu Anfang des 14. Jahrhunderts einen so zahlreihen Lehnsadel, wie wenige Fürstenthümer. Das Lehns- register des genannten Stifts aus dem Jahre 1311 nennt viele Hunderte adeliger Namen, Zweihundert Jahre später, um das Jahr 1500, bilden wie das Lehnsregister aus der Regierungs- zeit des damaligen Administrators des Hochstifts, Erzbischof Ernst von Magdeburg (1476—1513), zeigt nur no<h 83 den Bestand der ganzen halberstädtischen Ritterschaft. Es waren dies die Geschlehter v. Alstorf, v. Alvensleben, v. Ammen- dorf, v. Arnstedt, v. d. Asseburg, v. Bardeleben, v. Benzingerode, v. Ber>kefeld, v. Berwinkel, v. Beyendorf, v. Beyer, v. Bornstedt, v. Bortefeld, v. Brandenstein, v. Bugenrode, v. Burchtorf, v. d. Danne, v. Deben, v. Dewen, v. Ditfurth, v. Dorstadt, v, Eilsleben, v. Embden, v. Esebe>, v. Gittelde, v. Gustedt, v. Hagen, v. Hake, v. d. Helle, Gr. v. Hohnstein, v. Hordorf, v. Hornhausen, v, Hoym,- v. JIngersleben, v. Kißleben, v. Kneitlingen, v. Knippling, v. Knüplau, v. Kote, v. Krebs, v. Kreyendorf, Gr. v. Mansfeld, v. Marenholz, v. Meistorf, v. Mort, v. Mofsigkau, v. Neindorf, v. Neustadt, v. Ochlit, v. Ddeleben, v. Rathgebe, v. Rautenberg, v. Rössing, v. Rottorf, v. Rusteleben, v. Saldern, v. Sampleben, Schenk v. Dönstedt, v. Scheun- berner, v. Schierstedt, v. Schladen, v. Schlannewißt, v. Schlegel, v. Schönberg, v. d. Schulenburg, v. Seggerde, v. Spiegel, v. Stammer, v. Sto>heim, v. Thauß, v. Tobel, v. Veltheim, v. Vitßenhagen, Edle v. Warberg, v. Wartensleben, v. Weddingen, v. Weferlingen, v. Wegeleben, v. Wenden, v. d. Werder, v. Werle, v. Wobe>e, v. Wrampe,. v. Wulff(en).

Von dieser kleinen Zahl (83) gehören 29 solchen Familien an, welche, aus Nachbarländern stammend, nicht lange vor jenem Zeitpunkte sich im Stift niedergelassen oder nur Hebungen und Gefälle hier besaßen oder kleine Grundflächen, auf denen meist ihre Edelsize belegen waren. Es waren dies die Geschlechter v. Ammendorf, Bardeleben, Berkefeld, Beyendorf, Bortefeld, Brantecasiein, Deben, Dewen, Embden, Esebe>, Jngersleben, Kote, Marenholz, Mosigkau, Neustadt, Ochliß, Rautenberg, Schladen, Schulenburg, Schönberg, Saldern, Sampleben, Schlegel, Thauß, Tobel, Weddingen, Werder, Werle und Wenden. Die meisten dieser Geschlechter gehörten dem Magde- burger und Braunschweiger Lande an, nur 4 oder 5 den sächsischen Staaten und dem Fürstenthum Auhalt. Es bleiben demnach 54 Ge- \hle<ter vom eingeborenen Halberstädter Adel übrig, welhe im Jahre 1500 die Stiftsritterschaft mit bildeten.

Noch geringer ist die Zahl der eigentlichen Stiftsrilterscbast 300 Jahre später. Im Jahre 1794, aus welchem wir eine amtliche Vasallentabelle besitzen, bestand die Ritterschaft des Fürstenthums Halberstadt aus nur 32 Familien. Es waren dies die Familien Asse- burg, Beyer zu Trautenburg, Bochholtz, Bor>ke, Bussche, Byern, Göcking, Gustedt, Hagen, Hartwig, Henckel v. Donnersmar>, Hüne>e, König, Krebs, Kropf, d'Orville v. Löwenklau, Maren- holz, Minningerode, Moisy, Münchhausen, Oppen, Platen, Rössing, Schulenburg, Spiegel zum Desenberge, Stammer, Stedern, Velt- heim, Vogelsang, Wackerhagen, Windheim, Wulffen.

Von den im Jahre 1500 die Ritterschaft des Stifts Halberstadt bildenden 83 Geschlechtern sind also seitdem 59 erloschen, mithin nahezu drei Viertel derselben, und von den no< übrigen 24 Familien waren bei Beginn dieses Jahrhunderts nur noch 9, die v. d. Asseburg, Beyer, Gustedt, Krebs, Marenholz, Rössing, Schulen- burg, Stammer und Wulffen in ihrer alten Heimath be- gütert, so daß in den 300 Jahren von 1500—1800 im Ganzen 74 Geschlechter des Halberstädtischen Stiftsadels abgegangen sind oder steben Achtel aller Familien, welche das erste Verzeichniß aufführt. Von den genannten 9 Adelsfamilien aber, die zu An- fang dieses Jahrhunderts no< bestanden, und von denen 2, Marenholz und Schulenburg, dem nichteingeborenen Halber- städtischen Stiftsadel angehören, sind im 19, Jahrhundert noh 2 erloschen, die v. Beyer und v. Krebs, von den übrigen 23 gleichfalls 2, die v. Wa>kerhagen, neuen, und v. Stedern, alten Adels.

Schließlih können wir den Wunsch nicht zurückhalten, daß die Verfasser von genealogishen Darstellungen und Familien- geshihten die vorstehend entwi>elten Gesichtspunkte einer Er- örterung unterziehen und bei ihren Arbeiten berü>sihtigen wollen. Einen vollständigen Abdru> des erwähnten Auffages sind wir

gerne bereit mitzutheilen,

Ein Blatt aus der Geschihte des Postwesens in der Provinz Preußen. *)

Die ältesten Nachrichten über das Bestehen einer Postan- stalt in Memel gehen bis in das siebenzehnte Jahrhundert zurü>. Es unterhielt nämlih der \{<wedis<he Postmeister in Riga eine Botenpost von Riga über emel den Seestrand entlang bis Königsberg, wo si<h (cit 1616) eine Botenpost nah Berlin ans<loß.

Alle diese Anstalten hatten aber nur den Zwe>, die Korre- \pondenz des Hofes und der Behörden zu befördern.

Die erste Veranlaffung zur Einrichtung einer Staatspost- anstalt in Memel und in den kurbrandenburg-preußischen Landen überhaupt, gab (1646) ein Antrag des s<hwedishen Postmeisters Be>er in Riga, ihm statt der bisherigen Botenpost eine Reitpost bis Danzig zu konzessioniren.

Man trug jedo<h Bedenken, f\remde, für den kurfürstlihen Dienst nicht vereidete Postreiter bei den Festungen Memel und Pillau über das Haff passiren zu lassen. Auf den Vorschlag des um das preußische Postwesen hochverdienten späteren Postdirektors und Amts-Kammerraths Michael Mathias wurde die Konzession nicht ertheilt, die Regierung nahm vielmehr die Einrichtung der Posten selbt in die Hand, behielt sh indeß zunächst nur die Aufsicht und die obere Leitung vor. Mit der Einrichtung und Leitung des Betriebes wurde der bisherige Botenmeister in Königsberg Martin Neuman beauftragt. Derselbe erhielt für die Bestellung der Hauptpost durch alle kurfürstlihen Lande von Memel bis Cleve jährli<h 2000 Thaler und daneben das von Privaten zu entrichtende Briefporto.

Neuman zeigte \si<h jedo<h der Aufgabe niht gewachsen und wurde es „vors beste und au<h hohnôtig zu fein“ erachtet, „die Bestellung dero Postwesens hinfüro selbs, aus dero ge- heimen Raht in gnaden zu beobahten und zu dirigiren“.

Neuman behielt nur den Kurs von- der kurländischen Grenze über Memel, Königsberg und Pillau bis Narmel (Dan- zig) und dann von Königsberg bis Nebro (Marienwerder). Nach dem getroffenen Abkommen war Neuman verpflichtet, „die Posten richtig und fleißig zu bestellen, mit Sr. Churfürst- lihen Durchlaucht, dero Herren Rähte und Diener, wie au der Kaufleute und allen ander privatbriefe (damit die Commercien und Handlungen dadur<h umb \o viel mehr befordert werden mögen) treulih umbzugehen, au<h, was Ihm an Briefen oder Pacqueten und geld Posten auf der Post vertrauet würde, im höchsten geheimb zu halten, die abgehende und ankommende Briefe und Pacquete fleißig zu verzeichnen. und zu Buch zu tragen, das vor privatbriefe (dan der Churf. Herr Rähte und Diener Briefe sollen frei seyn) gefälliges und eingehobenes Briefgeld treuli<h zu berehnen, auch die Stunden der ankom- menden posten allemahl in den Postzettuls und in im Postbuch rihtig vorzuzeihnen.“ Die Postillone sollten in Gegenwart des Cammermeisters, Cammerschreibers und der Cammerverwandten examinirt werden, ob sie des Weges kundig wären, mit Pferden umzugehen verständen, im Reiten geschi>t wären, und ob sie vom Postmeister ihren nöthigen Unterhalt erhielten. Es sollten nur gute, tüchtige und starke Postpferde unterhalten werden.

„Das Churfr. Brandenbh. Postfelleiß soll wochentlih zwey- mahl von der Mümmel die Nehrung entlang biß Königsberg in zwoundzwanzig stunden und von danne biß Pillau in fünf stunden und von Pillau bis Narmel in (?) stunden, und dan wochentlih einmahl von Königsberg über Marienwerder bis Nebrau an der Weißel in dreyßig stunden praecise und un- fehlbar, so wol bey nacht als tage fortbestellt und hierunter keine Minute verabsäumt werden“. Die Versäumnißstrafe betrug für die erste Stunde einen Thaler, für die zweite Stunde zwei, für die dritte Stunde vier Thaler, und so ferner das Doppelte.

Für die Unterhaltung der Postillone und Pferde zu der Post von Memel über Königsberg bis Pillau zweimal wöchent- lich hin und zurü>, erhielt Neuman jährlich diejenigen 500 Reichsthaler, welche der \{<hwedis<he Postmeister Be>ker in Riga für Bestellung seiner Briefe und Packete von der kurländischen Grenze bis Pillau entrichtete, „und vierhundert Reichsthaler bahr aus dem Danziger Brieffport, nebenst den Churländishe und Mümmelische Brieffgelder, wie er solche bißheer genossen, und welche er ferner ohne Rehnung an sih zubehalten, in gnade verwilliget.“ Für die 8 Postreiter, welhe Neuman auf beiden Kursen (nah Nebrau und nah Memel) zu unterhalten hatte, empfing er au<h no<h a<t „Livray Röcke“, bezw. 160 Reichs- thaler aus der Pr. Rentkammer.

Erst \päter wurde das Porto zur Staatskasse berechnet ; die Postmeister erhielten aber den vierten Theil vom Briefporto und den achten Theil vom Personen- und Frachtgelde.

*) Nach einem Aufsaß der „Königsberger Hartungschen Zeitung“.

Im Jahre 1695 erfolgte eine Regulirung der Gehälter dex Postmeister. Für Memel wurden statt der bisherigen 589 Thaler nur 390 Thaler festgeseßt. Im Jahre 1728 wurde der Porto- Antheil des Postmeisters in Memel von 900 auf 600 Thaler ermäßigt; erst 1803 wurden die Antheile der Post.neister am Porto- und Personengelde abgeschafft.

Neben diesen Staatsposten bestanden aber no< sogenannte Schulzen- und Aemterposten.

Vor Einrichtung der Aemterposten hatte den Schulzen, Freyen und Instleuten obgelegen, die Königlihen Reskripte, Verordnungen u. \. w. fortzubringen und zu bestellen.

Daneben sind aber no< Kanzleiboten unterhalten, welce an Besoldung, Kleidergeld und Deputatbier jährlih je 195 Mark erhielten. Auch erscheint in den Rehnungen der Rentkammer die Ausgabe für einen „Hoff Post Reuther“, welcher jährlich 393 Mark Besoldung und 90 Scheffel Hafer (mit 90 Mark berehnet) „ohne sein Reiß-Geld“ bekommt.

„Weilen aber dabey zum öftern große unrictigkeit verspürt worden, und also der hohen Landes Herrschaft Dienste verab- \äumt, so ist Ao. 1661 eine andere Einrichtung gemachet, in den Aemptern gewisse Leuthe umb ein geringes zu Ampts-Post- reuter bestellet, und hingegen mit der hohen Herrshaf genehm- haltung, denen Schulen, Freyen und Jnst-leuten, an statt der Brieffbestellung, ein gewisses Geld, fo sie jährli<h nebst denen anderen oneribus aufferleget.

Diese Auflage war sehr verschieden und \{<wankte zwischen 9 Mark in Widminen und 269 Mark in Angerburg.

Als dem König Friedrih Wilhelm 1. im Jahre 1720 der Etat vorgelegt wurde, strih er die Löhnung für diese Boten aus und schrieb das Wort „Posten“ daneben; es sollten überall Staatsposten eingerihtet werden ; die vollständige Durch- führung dieser Maßregel wurde 1m Jahre 1732 be- endet, Mit den Postmeistern wurden wegen Beförderung der Posten Verträge abgeschlossen; darin wurde die Anzahl der zu unterhaltenden Pferde bestimmt: für jedes Pferd wurde in der Regel eine jährlihe Vergütung von 100 Thlrn. bewilligt.

Vor Einrichtung eines geregelten Staatspostwesens in Ruß- land war die Regelung der Bezahlung der Portobeträge mit Schwierigkeiten verbunden. Die preußishe Regierung zeigte \si< daher gern bereit, den Czar Peter den Großen, welher bei seinen wiederholten Reisen durch die preußishen Staaten den regelmäßigen Lauf und den großen Nugzen der Post mit Freuden bemerkt hatte, in seinen Bemühungen, au< in Rußland ein geordnetes Staatspostwesen einzuführen und zu unterstüßen. 1723 kam ein regelmäßiger Kurs reitender Posten von Memel nah Riga, Reval, Narva, St. Petersburg und von dort bis Moskau zu Stande. Das Post- amt in Memel trat mit Riga, St. Petersburg und Moskau in di- rekten Kartenshluß. Diese Verbindung trug zu dem Aufblühen der preußishen Post wesentlih bei. Denn vor Errichtung jener Posten und Herstellung eines Staatspostwesens in Rußland hatte die Einnahme des Poftamtes in Memel aus der russischen Korrespondenz 5000 Thaler betragen. Zu Zeiten Friedrihs des Großen belief sih dieselbe aber bereits auf 70,000 Thaler.

Die Portosäge aus der ersten Zeit der Einrichtung eines Staatspostwesens sind nicht bekannt, es war nur bestimmt, daß das Porto billiger werden sollte. Bei neuen Postanlagen wurde in der Regel das Porto für jeden Kurs besonders festgeseßt. Nach dem mit der Stadt Danzig im Jahre 1654 abges<hlo}enen Vertrage sollte das Porto für 100 Dukaten von Danzig nah Memel 75 Gr. betragen.

An Personengeld war anfänglih 1 Thlr. für die Meile zu entrichten. Ñ

Nah der Taxe vom 1. Januar 1699 kostete ein Brief von Königsberg nah Memel 2 Gr. 3 Pf,, von Berlin nah Memel 7 Gr. Das Pacetporto betrug für Kaufmannswaare von Berlin nah Memel von jedem Pfunde 3 Gr. Von Passagiers auf den geshwinden Posten (im Gegensaze zu den Postkutschen, die von Berlin nah Hamburg, Leipzig u. . w. gingen) wurde na der vorerwähnten Taxe gegeben, wie folgt: „Ein Passagier giebt für jede Meile vom 15. April bis 15. Oktober 3 Gr. und vom 15. Dfktober bis 15. April beydes s. v. (?) 4 Gr. und bey einer jeden Umbwechselung dem Postilion sein Gebühr 6 Gr. und wird Demselben ein Felleiß von 20 bis 30 Pfund auf der Post-Calesse frey paßiret, was darüber is, wird nah dem Gewichte bezahlt“.

Das Geldporto betrug für je 100 Thlr. von Berlin nah Memel 1 Thlr. 20 Gr., von Königsberg nah Memel 1 Thlr. ; von „pretieusen Kaufmannswaaren“ war für das Pfund von Königsberg nah Memel 4 Gr. zu entrihten.

Ueber den Umfang des Geschäftsverkehrs bei dem Postamte