1876 / 50 p. 12 (Deutscher Reichsanzeiger) scan diff

g 2 r wt a 25 u da Á & G S A A 2 2H A5 S & da wm V u Tao) N A A d h ch S = A g A = rb A ba 8 rb res 5 : I ta 22 ta rb ta 3 t M Q A M s „d 5A 2222 282222 Sonas e e S255 22 22 (2888, 2222288 228 S222 eee E C E E C E C C EECEZZZEERRCCZRE 1 ZEEE2 R D D D Du D L O02 7 S I Q m D T C L L BPDDP a R P R t 2 2 S e 2 BcIE 2B S IRURSSS || | [BeSSS 1211812222128 2211S I 122 ENZ| I LLLLISZE) HSSSe 1S8ES2SC2Ss E E I N P bi pe p ESELE Q E E E a e 5 E C E A E E D S - S S T S A I 6 S C S I O S N t G N D N —- s 3 BSBAR B RL | || IZESEBIBIIR B E N 1B E11 /SZ2| ([SE2N (E B P L 225 S E e A0 e E 2e Es S So A S S P O Le E R S E S ¿t S S4 "S A R s S G E D Sis E S adi A de L d D S S U T Sr V D be E O3 Cf C Ct d B E Ot C R S INES A N E S S r p pi p pi L pl ¿ral p] g] pu p p p pf p rir p i A p p i i i iri ani P Ph Pal Pry E P Sa e i Pyr E 1 Di Pim E T E N V t ia t Pz: Picigs Ai G R D Mas r .w N èà 4 m T . Pin pBze por J n M é s A : : e 5 C e E S S: E R M Br M: A Fr irie E E E Go doi 2 SgBASBRFE Ar gro Sd 11a E Nod A ® m M A E Ard i A A n A 0AM Sri Qr Sr ESSS Gi Hm e 2 t M E Ah F A C E I pes L Z 53 E rc S E R R D T P A ——— p p p pi Carnd E T A STI A r E E E M E I E > Ses E E : r I E Su o H Ao h Lf L ti ti mi 1D S ti 0 Wu i W000 t M000 S o B B BAL (o o Tomo H Honnnnunnnuao finn man hann nann nann c Da DRA D e FEA T E DEE Le T C eee Es T en 6E E S E: D s Ee em E S R eo E A G E E: E T R E E E 2 2 R } V, a: : N So En Em E Ss A8 S. 58 S E: E S LSHEEZSS Au: 25 28 f A R 22S Tala 2A (42 Simo M S a A M2 2 DN 2 r Z : T L I m OO R —= 2 6020 Do D, 20 bn E = D * 7 e wu 45 S ¿Q NSS A fre N A N N R ARRA O E S2 e E S2 S » O00 Q g NARRASZ2A L - S A A z p - S E ge o O A t m P ip: S e E E S2 U > G D o._0 vpdeo d . . S S r E L G B . R p S S . D A M E E S7 - = S2 A E t t S S Nai 2A ‘590 S o c02.2 S Als S s l R Fr A S S a S cl pi Hn >=EZm2 N <2 A T0 DO , 0, V S “a dgen S TEBSSSSSSSS Ds E “Bagn ce B R BBBER L S E22 Had AS 28 E 53 2E AR Sa S2 BASSC=ZERESS é A D A R o B po r c > > > bn = oon R O P D TO Ao E. A ,S S e D A S 22 O O - O n Sir D - s | pr A. o U A bi F o D S e 3 D p >= S E Nu 1ST M | = F e A bd b +2 O Lo N-S E ros S S P E ‘E l = m S 2 c D dal S “3 » _ z A0 G2 res E S o N n L s S s D 34 By S D 1 S Q D A E E S L - F = D S S l S e Aus 15 S Aga S E 7 S Eg. e SHHdEER SE 195 E GREAS 225 2528 EZEdRS g QSfR B9A SES 7 S E24 0SZEs V 72 _ Pa do V an 2 "P N A. do p r pee © ANSSSc S 1] == ai "= ° D A S D pa ddn e 2e da O 4e r o 2e Fi S i __ d: y 4 Be, At ; 24 S a: 6 ; S N ; E O R aats L 2 A206 E 2 E ERROAAEE 21 S da Aga. MASS ofe A4 EEEF al E E U. A-1- 0g R S @ zet d Oi S O S 22S Am gd B An L E En S RAO L S5 a Ae A ¿An Ls S P A L A Si S & >= æ ° El 24 E bo E e S S M RSOOOER O S Q 2 D x, ON m As Se DSA 0E F e "i ¿2 A f Ao L S5 D S Q E L E S r: E L al E O Lo S O S A E E +3 So 2A M 4 o R S, R s S m 22 Dec Ie 222 edo S A Den H! S 6% L A s M S H 5 r, —harcad 128 8 S E Reg CGAES Sdo Sr S EeESETSS L is d ES B A ESA S E L252 B22 A 246222 6E 25 4 Sur v B S L SS E E 2s 2A 4 S4 dEE 2B ASES E S8 ZEE A 2452225 S G s ¿C S e) e 2.2 e En D L S z S i Q L 2 S S o OO0 G Sa nr 2A A © D D -05 D M Ho o0o0 2e H) on f San A 2 O S E S Ea 4 AAOSTESS MMSASLSZERS S 4 S S5 S H M Sd . . V4 . - S ral *C96,75bz G E p Ss ls S v2 S 2 S S o&S Sans S Sg SOSOTSS COOR S B S sun S S SGuS a 2 MOG S E 2 a Zus S Ss E u 9 Sms 4 da dI N N N N h d M N .A da N No N I } s I da r N y r r RRRBIRS2Z2B2RE | 2222 S222 2I2I2EERREZCLELNBNEDES | 2220520 | 2 [5 donn ISCCRQSCQIBI 21121] 12211211222 2222S 1222| 2A h N INEN|NSODBOAENDT BAONT S Am NNA D Q L e AO S O S E T O O Ra S S E S S 2 E E SES E So [ (S 22S S5 Io O S H ND m IENNIIN T GSONQASSSR IEN cs e m Hom Rh O S R E l N PrS 5 : S Ù gm B V | TBYASB SBB L Le e i D O [i N N 120 E A A AS N ESRSSE | SS | S S S | SRARESSSAS | S | | S s E | | | | S | | B | [S | S | S D BNDS | S = iris S&uiud S [2 S Ct B S E E E T T T T T T T T I D SOTOSSrrT PS CQErrrCacc O Frid d dds ird E ZES T Arr S S S _— —_— L —— Sha Saat . B Stv R E d A i A 7d . . . . . . . 5 S . Da. L . E EEE as T I A T S Spre gge _— 4 i gef pl eri pri pre p] p p qul f p - C s s ae a s E S A D s e eo 6H Gmitinztan a B: »5 E e p n tan Se Pi S S S S : i Ai i i i p pl Lai ares s E Zten S iri M M LLS Gand < arti Let L LI D D I P MLD C I D L D D D H C D D I D D ACS 120 [R < o U mei! i D E D O M H i ei A O H I H S A U H H t ti 5 E = Serra i m d E I Tae TLEFCECH T FEltelals44 E [T L2H F LEHT H A Lo EESL O A A A I B A A UIA S A A A A A L a A A AAL A AIL O A Si î t l l Ì é Tas] C E —————————————————————————— E D S E E E a Ee Ds S _ 2 _t s N 1 Gs irte] C E 40 c C E E Da e S Si s d S Sia u a E S es 2E - ¡S dus S A C E D 1e] . E _— O E R tes L) e S S ) L S E E E E O D De A6 42A - S oA R S Ld —— 2) D T TEDOD R DD tin S128 en E SRANRND 2D S R D E Eo R E ces - Fi Al 2 UN SM Ron Mnn A o Sa E E f ‘SASS2S5 : S L s e e Cd E E r) D 2D _— Se S Ï [e É E E me B ij l l S S i A2 H S 43 a5 i i i 5 45 43S S 22 dnn ce gAHAHA O = pi S t ———————— ae r L E Si M E feiert lee L pel es fit S M L . T7 0RE emt »7 f =- r S A è . E D. "T4 da R QQURNRN S S G92 > Ala le Dea. U] P: d R: O Es m O E E S Ee E C L Ra E S <5 2500 L Es A L E E pi u a0 =HHAHAM G g 2E Í . a2" p32 0D ° K E Q LY S A Ú 2. Q A T a D < Rel n A Pt N 4 mg E Z S Ee r D x ¿ F _ Fed . S r —4 s _ Ai Ba Bu MON F R "lde uy Au Me; di E E ' la M es . Mia A Se 5D es "O E s & 2 Es Ms L 4 e N s G D L pat © E CABNASA2e i S =z s o a f N S Ltd R fig afes Ba Ege J BhL Reg E D Edu: m3 4 ZicguggSs gige ssn 2 2 # R TA E R d S [Stra E202 ZEuai E S Bo A B ASE QELSSEE 4 5 f dess S 2A A E E oe> (mm M L ES V4 TE 24 BEBZE22 S S B E T RE S Sag EN E 2 u ZRECA NEE Lm e Hs 2E 4 S A Br FRZASS S EE cs Ld n O05 Hd E Ax ES Rg B S2 Ad 2 EZOR Ao E A .L S E a C O RE Ns Rd E È K N Tse s 22 O o S S © Zawund = A T ES S T S Dm 6.2 L 2 Az l B Ar Sd S A A E Sa S 4 25. s C S S Bs S . s D 5 - S SC A Ae EBSoSS5 2 2 E02 S S5 "L dEIEAT gd: Hd Bos G S L EEL E A E A SAARE Fu S S 8%%2 S “4a A 2 A Ag S E : ¿g Ed raigarin e “Su A A M B ARCBTIRATE BLAIEB ac RR B Eg Z S ARES S o < =_A A D S S n a e S Ls S = A Ba aAR A24B E LEER Ee ZES B22 25A SSSA E S dg gcdSc S S S S S » tis Z F ¿o (am T © G A i aci AESS l 1 m Zi E fia S [eg È I 10 fs L ura Gl 15 e S D S E pr - © > Q S 2 A S Pa) [a A A T 2 E REELdASONZAN Mao CdAMRarE A Add2 A A AANSAHRAOCMEARHOSOOS Ae R ÑÀ B TLESESBLTET S © wi a 52 hz 103756 i 2 2 à100,50bz & a „S [s , cs gs 4 Gal gr, , = D - G C2 S S S. D da S da Ls i WSO S S = B S S 7a A A S2 d S 1 U f a nbe L S id ja S 2 E Lm A E AS Bas A5 aa M S 22 L S = S222 P S G Wm A M Series t N S5 S A R Qm S2 S 22a 2N055 m2 22222 Ü&rr= O A A DHNN MACNIA Q22DP A QA Q [23A Z e 22222 8 = >22 |2228 =Z2 S IDSDSSS S S S2 = 15SEC SEERL | S | ZRCTSRRRSLCSZRN 222 C2222 | | 2222282 | BOSS 2M S d = S | SEZERA S ZSSEE p S (S2 ESBESSSSTE 1223 ESEZS p MSIEESSS f MIBSSs r See S S UELIBE E B E ESRSSESNERFLELLES (LE (LEELEX D e - - > S 22S - „T I E - E bit Ak T e Gy Ey p -_ O2 u A A 3 C t C5 „S C c E A E a3 , N iam S E Fat > _ me e = H R ml D In [SLL [OLLES | [ASSESZ | (2321 E L ————S= i L Cv t 4 od N N Ri Det r Ha ) Sr SBSSSR= A B E i Ss RLOoOUSRENTNENES Sv t D D S D i Ds ¿ D L S -> A Aas S C E S E A I A A L A orr So i A —— pf gj i ———— il A i p R i i pl l N 7 Z S I Bas o E A A Sond mm M G <4 . ir: Fr. r S ler R S E S S n 2 S 2 L E A arer oco Sor R E E E O E S e] —_ orre S NN Hr Gre NSN Sri Hdd nf ddrr Strie B85 —_ 1 Gro Saarn A P S S I 2E A S ® emr E E e E O iee H Jer T E S 5K A a r aa aas A i TaA _--_— ca eas 0 Qo 2 omonn I DIDDD E É S Mo] Ian B ar E H E E E S L L m E œallllleolllilloco Ba <“ ll lol Io 2g A 28 raa UTOQ—I 45+ Un] (7 = ‘38! S = ‘09 HHBSS Su Erinr MeSoS Rd RSS C E s o R A2 E - «e Q BD 23 - “m0g- 3811 408 4001,28 Y 06='WT E «M 0E 09 001 LSÉA ZB2S2 21228 E As A225 S Ae An mon N NH Ht T | Sen F D S: S S S T S «R N B S: S 20 S . 2 S “S Bn E > N E a E T S O y L: E 5 . D 2A ait D W 5 e] i e = 2 QME a A N s BUBERS Soges B ET D S M FRHRAS ay ect Er dHFE Soda À % ZENZHF 88 S S "e M L Cs Q O E P ODOL R oa T O 2A mae D 2 S «1/8 S L d S ¿ D Fs S e Sa O c) O 5 S R T E R TE E T S E E E S Trt as 4 f AE A: E22 B2 E20 BA E CEZEST S 28> 25 22 S eug S 29S Bf g, S 2 Ss Sg S A Sa 7 B22 Lei Sa R A2 A O L “L EES m - 02S 518 R O N S 22 c S2 4 22 Ne D A A R » n S A B S Ea 224021 125 Md 2,5 y 53 Ae E R S R BSSAs 335 7 Hasl 95 5s ZEEASSZ L EEZS gugoa 28 25S S W m 0ER B M A a D C D O e fra dcin Sm Pz A s = e . E: S 7 a ES S 2e P D D Fi 0s S i S 2 Aw < Eo oNA L [=/ ae M 3 A S As O ZEAREEBA s 2e. 1 Sr N o R RRNaIS A2 s E Éd S S S S v A Br A1 En Bul Son dd Md d O S Md S Fl rei mi Bes A = Amn N E ERIE . ddo Amr A S R R S B A Ade Ae © Si R Ee a „W S D <2 2 i S A O S A c Se pes m D Q. M) A P Di s 2 Sa S Ln A S A D > 2 N: 1 L 2E A4 ho ® M E 4 U D D S e S W A T5 c H Ee ES S ca M ooo 0 E Z i E o r O 0 ao 5 </ ! d id E N I O N Wei] d Ce A M M N Moe Nrn Eo As M A S A D «D H M Ie Q D E E r D A A A » A R R A E s; = gl sdt S5 HS S 129A Mas A Ad Sf g ABSASs gez E e E M P Edi dg dee Sa EE E SE TEPEBTS E La S B E S Ee R222 Mrd mrs e s s O E E e o U a g E E E s e Noon . j 5 e F Sas O A D VDDDDLS Se S S _ S.S 2 2222 D D M) -_ S S S S m E © S S @ R AES S S D D o © S S; S o f F e) 255 U) s _= Laud S M REERESESTAR A f CIASSSEZON * BddSZ M f 2 4 2 0 2A 2 B Ld NEZSHA 22 SAR ENEEsS . +“ rg res 2 M A j WANAMA G85 Z = R m da eel G Do 2 E S oto S E > : R A eS 2 G S Lo nd Bde a S “n L O S E M - N A S i G S S2 S Bm Bob EAD 222 S ESS Z 22 = E —iE O2 S 222 2 2222 222 220222252222 > C2202 22222002222 ZZ2CS ZERBECEZZCBCCZZZC I ZEZERRZEZZ2Z a=282 E ISR S2 15285 AS22222 2222 |= | YRSENS N C2RES|| 1 222E2 B B B SPS 89 E « „R | [S | 22 D L 2 e 2 ! L S 252 ; S Es D 5 S S-—=- E2AS G “U N [O i 7 S I O es U D L GIZT T S 7 0.1 t A D R SRRNNDRD R N D S N IT m N. O2 moo N N N N N NN M T: q R D an O A A a pt e e p C E E O o D S E r Ee e R R N L -< E Epe E C ET I E I N S ES L n M CIN T P DC So ONNSAZS fmd Lf ls SSSBZEZ2C222A d IRE S I TZES R eSEEENC E C SSCLZCHZCL (211 TEueeS IESSCESSEEZSSES|[ 2LEES (E B E CCETEZZZZ as, C D Mr 4% ———— in L ——— L ——————————— ——— —— C —————— E m R B S fe ‘Edo Lo Sr CLT Nr N SSSSSSCESC|TSLSEE Err M M Er Zu Ce SZ Z2 4 L gm v Ln O0 n nan I L O t - gt gus G E a D R L M R R ae E M R E RR R M Tee B E e T ———— mi G —So Q D p Ses as S S B Ee Do E S N r aa Se Fr r E A A Es Eg Bi S == S mh "L m n I I O 20 2D m-t r N N I e S S O Uu r E S” Go a S ae A Sia G Sn E e S E E S Dia D S e Se S U R Se: D U D . A E A P A EE L S i lt 2 E»: a « N 2 E E S l z E G18 “T8 ¿ L L ¿da 2 A5 2 L R SSSSAT E. S S5 2 E Propo SrrNSorSSSoS = SroScgaSdSSos Pp P Bsr A 502 N P A P S e i 0 = f r) h 5 - o O . L M B r o S Q M #0 S P S0 00 G LE E Ss S Md D E A R - 6: Tie ED Q S. 0: U, Ea ss F ¿s e d F “e 4 u3 L ON l A T M E A dara tien ami V mi A . «Wi B Mi S m Bo NAA 0m ri N - E “uvd S M O E T S S A l m _—° ———— S É En U. brr (Si (5l e S i . . 23 m: A 2 & _- R R T E N E t —— —— i —— ———— Sz E R D L _ p 2 7 s ° « . E p E "O TT A AGCAITCA T E A A Mh di - r S - dan rig I res L R A L Ne RE Ea a E E E «s S E “5 R E R 5E Hh O i Un H S O l h H H No H S e O H L A A BUAB L A s a E NE moo LEHA< | S 22 Sg 2 202400 59 200 5I 205. co co 1 H S Sm S2 EL2E E e R O C 2 R S L S “LAN E N Mig 2E E E 47 S Fd ole BERS S252 2&% Lao] 233 = v Sim EEn N g :SEL “B L S E Po R e 2 eco M “A S S 22 2A AES >22 A ETES =S E ATEZZS <2 La Fi Fra [x4 U R 202 d R S S A dd: Es O 4 C á . D ep 2A d S E o o I e + I os ' < i M S S . . _= ¿2 . 2 L S 1 e _ O4 Boe O8 S S S S S S > f D L E2 O N n <2 n ez 15 S. < < +— 2 222 2 1 @ 0 M S A M S A: a AuEB ¿ S D O A 2E Sas R B2AE Q t GAS D D © : D < Bes Aw A E Sre S |- L e S 1 S E. 00 1 - : . bd ; . Q _—, E D S S S i © p oOjOD A E ¡S M10 S O 2 5 i Ju = 5 5 t B 2E O L A. O Ol “QO A 2 cia Ad d U L S S á N B 18> Sie s .H<4 228 f s 2 1 D M L woagg mm "s R N 25 D L s Sa e Cy Q R D o Q 2 n D O D = S ja) A Dor L E S= S —RN o272 A = D D Sea ae Als N . B B ° S R "a 0 N A7 _S D E __ E „ei ¿e S E >, S S O AEBEAZBAD :< A, Aa D = a | E E E Ca 7 Se e M R 25 o < n E » “5 Z; Z e S O 4 2A R Al <BAR N S E L Ei e bid 2 = bd e A1 r © . So A : D L S : 5 M G S2 E S n 2dAS. As s o A L BISS Au i i 2 = S S2 M CIEAS g: Fed 0 iy 25A 25 285 12252 Als Q S ASS LSSAEE L E E EAS S Zl S S ri E s SESSEE ESERE . a S G S S E F a N . E D „i S2 = „D F D = n E S D S E 2 2% A222 d. A an 2 « = mo m D S Ee | Affe 4: Ae E 958 a9 inf ge E583 Bl uis Es 2 9 A S S S SS S A ES22NaA Bare S AERTIASSSRES 0 5g pu D En. Me A A Dot h 64 L) 0a E S A S N E d e N M E S D S : 2ST O2 ‘V2 e E n Gn C R E É S L S Pggwa d Laa Au2 L S 3 14 agg A S & S E E S T S E ge aid 2E gge FERSES ao Q. ei R S t D â #38 S = 5 S E S e A M S ©O,V e | m © S 25S 2 S1 D E A À QAESS Foz ads A & S A Se ues SAS a0 dpuvIdg oJoliqua u 4 MSSTAZZRNA ASSA H S z

Das Straßburger Archiv. *) theilter Beriht vom Jahre 1774 angiebt. Im Jahre

E auswärtigen Korrespondenzen, welche den für die deutsche Reihs- f Carl Berendt in Danzig; den preußischen Abgeordneten Philipp Das Stadtarchiv von Straßburg, welhes nicht den 1789, am 21. Juli, theilte darauf das Straßburger

geshihte wichtigsten Theil des Archivs ausmachen. Von dem f von Berg, gest. 1866, (vom Professor Dr. F. Frensdorffff in

Î x i i: E i i Ö to Charakter eines Munizipalarchivs, sondern eines Staatsarchivs ote bic Raths jus get E diesem Tas und

vielleicht no< Mehreres während der folgenden Revolutionszeit zu Grunde; do<h wurde immerhin ein bedeutender Theil gerettet, au vieles Zerstreute \päterhin zurü>kgebraht, wie no< im Jahre 1867 Bru>er selb eine große Menge ungeordneter Schriften (ca. 1193 Bündel) der ehemaligen Stadtregistratur, die bei der Plünderung des Rathhauses 1789 gerettet waren und si< in die Bibliothek verirrt hatten, aus derselben zurü>holte, während Anderes, wie z. B. das sog. „heimli<h Bu“, ein Gedenkbuch des Raths aus dem 13. und 14. Jahrh., eine Reihe Stadtrehtsbücher und anderer Statutensammlungen, nicht mehr in das Archiv zurü>- kehrten und daher bei der Beschießung der Stadt ihren Unter- gang fanden. Die Rettung des Stadtarchivs selbs verdankt man gleihfalls nur demselben Archivar Bru>er, der bei der all- gemeinen Verwirrung, die während des Bombardements der Stadt im legten Kriege in Straßburg herrschte, mit Hülfe einiger Freunde und Soldaten die Archivalien aus ihrem bisherigen Lokale dem reten Flügel der Mairie in die Keller des Stadthauses \chaffte. Gegenwärtig befindet si<h das Archiv in einigen Sälen in der 3. Etage des Centralgebäudes.

Die Bestandtheile des Archivs und die Grundlage seiner alten?Ordnung lassen fib no<h deutlih erkennen in der Ueber- sicht der Aufstellung (Revue topographique) bei Bru>er a. a. D. Es finden si< in. den 6 Zimmern des gegen- wärtigen Archivgebäudes in 584 Bänden die Protokolle über die Verhandlungen der drei obersten Regierungs- kollegien der Stadt, welhe man die „drei geheimen Stuben“ und zusammen das „beständige Regiment“ nannte, der XIII., welchen die auswärtigen und die Kriegs\sachen angehörten, der XV., welchen die innere Verwaltung leiteten, der XR[., welche zu den wichtigen Berathungen des s\ißzenden Raths zugezogen wurden ; ferner die Protokolle der besonderen Verwaltungsaus\{hü}se, \o- dann Stadtordnungen, Steuerregister, Stadt-Rehnungsbücher, Saalbücher u. \. w.; das Archiv der alten Pfalz, die des Raths- archivs, das Archiv der Kanzlei, das der XII[., das Archiv der Klöfter Carthause und St. Nikolaus in undis oder zu den Hunden, wie das Volk sagte, die der Zünfte u. \. w., neben einer Menge neu zugeordneter und no<h unverzeichneter Schriften. Wie man sieht, befindet sh der Bestand dieses historischen Archivs in genauem Zusammenhang mit der alten Stadt- verfassung, und die einzelnen Theile gruppiren si<h naturgemäß um die verschiedenen Behörden, Korporationen und Stiftungen, bei denen sie erwahsen sind.

So war und ist zum Theil noh jet die Anordnung des Straßburger Archivs. Es ward nämlih im Jahre 1857 ein ministerielles Cirkular nebst weiteren Instruktionen für sämmtliche städtishe Archive, soweit sie der Vergangenheit bis zum Jahre 1790 angehören, veröffentliht, welches ein Schema (cadre de clas- sement) für die städtishen Archive enthielt, worin die Rubriken, unter welche die Dokumente nah Ordnung der Materien zu stellen, mit Deutlichkeit verzeichnet sind, und welhes allen französischen Archivaren zum Leitfaden gedient hat, um die gleihförmige Ord- nung der Archive herzustellen. Das französishe Schema beginnt mit AÁ. Politishe und Verfassungsurkunden (Actes constitutifs et politiques de la commune), wohin aber au<h aus- wärtige Korrespondenzen, Feierlichkeiten, Einzüge der Fürsten, Gesandtschaften, Ernennungen von Deputirten u. \. w. zu ftellen find, geht mit BB. über zu der kommunalen Ver- waltung, unter welhe allgemeine Rubrik aber nur die Verhand- lungen der Stadträthe, Wahlen und Ernennungen der städtischen Behörden und Beamten und Bürgeraufnahmen kommen sollen, und fährt in den folgenden Abtheilungen fort mit Spezialisirung der einzelnen Verwaltungszweige, als Steuern und Rechnungsfüh- rung, Kommunalgüter, Militärsachen, Justiz, Kultus und Unter- riht, A>erbau, Industrie und Handel, bis zu JJ. mit dem Titel „Verschiedenartige Dokumente“, worin der ganze übrige Rest unterzubringen ist.

Das in Bru>ers Schrift S. 25—158 gedru>te Inventar enthält nah Anaabe des Verfassers ni<ht mehr als etwa den 6. Theil der Serie AA., und zwar find darin nur ganz summa- ris<h aufgeführt: 1) Freiheitsbriefe der Stadt, 2) Kopialbücher oder Cartularien, 3) Urkunden mit namentliher Hervorhebung von 27 Schwörbriefen, auf welche die Korporationen der Bür- gershaft alljährlih auf dem Münsterplay öffentlih verpflichtet wurden (der älteste von 1334, der jüngste von 1482), von denen die wichtigsten in einer Beilage zu der Ausgabe der deutschen

besißt, ist für die Geschihte der Reichsstadt ebenso wichtig, wie für die deutsche Reichsgeschihte und daher seit lange von elsäffishen und außerelsässishen deutshen Gelehrten zum reihen Gewinn der historishen Wissenschaft benußt worden. Die von der hiftorishen Kommission in München veranstalteten großen Publkationen, die Sammlung der deutshen Städtechroniken, welhe in Bd. 8 u. 9 die Straßburger Chroniken aus dem 14. Jahrhundert (die elsässischen Historiker Closener und Königs- hofen) enthält, sowie die Sammlung der deutshen Reichstags- S angie zum Theil aus diesem archivalishen Schate ge- öôpft.

Der Straßburger Ammeister Rulin Barpfennig ordnete zuerft im Jahre 1399 die Einrichtung eines städtischen Archivs in Straßburg an, indem er dem Stadtschreiber oder Stadtnotar den Austrag ertheilte, die Pergamente (Urkunden), welche von den Besizungen der Stadt Zeugniß gaben, die Diplome und Privilegien der Kaiser, die Verträge mit den Bischöfen oder mit den benachbarten Fürsten und Herren, endlich die städtishen Konstitutionen, die Statuten, die Einnahme- und Ausgabebücher der Stadt u. \. w. enthielten, zusammengerollt und besiegelt in feste, stark mit Eisen beshlagene Kisten zu legen und aufzube- wahren, Sie bildeten die erfte Grundlage des Straßburger Archivs. Zu der ersten höchst bescheidenen Sammlung des 14. Jahrhun- derts fügten das 15. und 16. Jahrhundert weit beträchtlicheres Material hinzu; in dem Maße, als das Papier an die Stelle des Pergaments trat, als die Schreibkunst si<h mit dem Wissens- drange immer mehr verbreitete, häuften s{< au< die Dokumente in den Kellern im Stadthause an. Theils den Jahren nach, theils na< gewissen besonderen Materien und Grund- rubriken geordnet, wurden sie, wie fie eingekommen und zum Archiv geliefert worden, in Spinde oder Läden au<h wohl _Truhen und Kisten, mit einigen sehr kurzen darüber verfertigten Repertorien, Verzeichnisse, und Registern, welche aber meistens fehlten, zusammen und über- einander gelegt, Je mehr \si< im Laufe der Zeit die Zahl der Papiere hâufte, um so \{<wieriger wurde es, ein so beträchtliches Archiv zu übersehen und in Ordnung zu halten. Es wurde daher zur Seite der Stadtschreiber, denen bis dahin die Aufsicht und erwaltung des Archivs obgelegen, und unter denen Dr. Sebastian Brant, der Verfasser des berühmten sati- ris - didaktischen Gedihts „Narrenschiff“ besonders hervor- zuheben ift, ein besonderer Archivar angestellt. Laurentius Clußrath war es, welcher 1594, 25. März, zuerst speziell zur Besorgung des Archivs als Registrator und Archivar bestellt wurde, während gewisse Deputirte aus den Regimentsmitgliedern der X11], zu Inspektoren und Ober-Aufsehern später Ober- Archivherren genannt bestellt wurden. Aber au Clußrath wurde troy seines Fleißes und troy 28 jähriger Arbeit \elb| ni<ht einmal mit der Durchsicht und dem Verzeichnen des ganzen Aktenvorraths fertig, geschweige, daß er ein Repertorium darüber zu Stande gebraht. Er mußte den Ruhm, ein solches zuerst für das Straßburger Archiv verfaßt zu haben, seinem Nachfolger, Johann Ulrich Frid, der am 8. Mai 1624 zum Geheimen Sekretär und Registrator ernannt wurde, über- lassen. Diesem Frid wird von Wen>er **) das meiste Verdienst um die Verbesserung der Registratur und die Herstellung der Ordnung des Straßburger Archivs zugeschrieben. Frid entwarf den Plan, wonach von ihm selbst, wie von seinen Gehülfen und Nachfolgern „das Gebäu der heut zu Tage wohlgeordneten Re- gistratur des Straßburger Archivi vollends aufgeführet und in eine dem Vaterland brauchbare, nuglihe und erwünschte Perfection und zierlihen Wohlstand i gebraht wor- den,“ Diese Ordnung scheint jedo besonders durh den Zu- was massenhafter Archivalien aus den Nachbarländern, welche in Kriegsgefahr nah Straßburg geflüchtet wurden, gestört wor- den zu sein, wie ein von Brucker **) im Auszuge mitge-

Jahrg. 1875), die preußischen Staats-Arhive (Nr. 19 Jahrg. 1875), das Königlich sächsishe Haupt-Staats-Archiv (Nr. 40 Jahrg. 1875) und das Ksniglih württembergishe Geheime Haus- und Staats- Archiv (Nr. 40 Jahrg. 1875).

**) Vergl. Jacob Wender, Apparatus et Instructus Archivo- rum, vulgo von Registratur 1713 fl. 4, worin eine besondere Bei- lage, S. 15 ffff., von dem Straßburger Archiv handelt.

*##*) Tes Archives de la ville de Strasbourg antérienures à 1790.

Aperçu sommaire par J. C. Brucker, archiviste de la ville (\eit 1866). Btrasbowug, Ed, Heintz 1873 (168 p.)

Städtechroniken Bd. 9 (Straßburger Chroniken Bd. 2) abgedru>t sind; ausführli<h verbreitet sich dasselbe erst 4) über die

13, Jahrhundert an beginnend und no<h \pärlih bis zur Mitte des 14., werden fie reihhaltiger ers in den Zeiten der Kaiser Karl IV. und Wenzel und berühren von da an alle Reichs- angelegenheiten, an denen Straßburg näher oder entfernter Theil nahm. Die Masse der gleichzeitigen Aktenstü>ke, Versendungen, Berichte, Instruktionen, Zuschriften aller Art wächst immer mehr im Fortgang der Zeit. Bei Kaiser Maximilian I. findet fih die Angabe, daß das Archiv wohl an 1000 Doku- mente aus der Zeit dieser Regierung besige. Das Inventar führt die Reihs-, Land- und Städtetage in <ronologischer Folge auf, zu welchen die vorhandenen Akten gehören, und giebt kurz deren Inhalt an. Der bedeutende Antheil Straßburgs an der deutschen Reformationsgeschihte \piegelt fih ab in einer großen Fülle des wichtigsten Quellenmaterials, und dieses beshränkt \sih keineswegs auf jenen speziellen Bezug, \ondern umfaßt beinahe die ganze gleichzeitige Reihsgeschichte, weil die deutshe Reichs- stadt sich von Allem, was im Reiche vorging, durh ihre Boten Bericht erstatten ließ oder dur<h Zuschriften der Betheiligten benachrihtigt wurde; \o sind beispielsweise niht weniger als 250 Dokumente vorhanden, welche den Krieg des Markgrafen Albre<t von Culmbah in Niedersahsen und Franken in den Jahren 1553 und 1554 betreffen. Die Uebersicht {ließt vor- läufig ab mit der Regierungszeit des Kaisers Karl V. und mit dem Jahre seiner Abdankung 1558.

Aus dem Angeführten erhellt, wie wichtig das Straß- burger Stadtarchiv für die weitere Aufhellung der deut- {hen Reichsgeshihte i. Da die Stadt ihre Ge- sandten bei Kaiser und Reih unterhielt, ihnen In- struktionen mitgab, ihre Berihhte von Hof und Reichstag empfing und diese Boten die Protokolle der Reihsversammlungen mit nah Hause brachten, hat si<h in Straßburg ein Material ange- sammelt, wie es fi< für die veutshe Geshihte wohl nur an wenigen Orten in gleiher Vollständigkeit findet. Die Sorgfalt und Sahkenntniß, mit der in Straßburg die \{riftli- <en Aufzeihnungen behandelt wurden, war einst eine anerkannte Thatsahe, und deutsche Archive wendeten fich, wenn man die lü>enhaften Reichsakten ergänzen wollte, ehemals gerade deshalb an das Straßburger Archiv. Aber au< was die Spezialgeschichte des ganzen südwestlichen Deutsch- lands betrifft, die Verhältnisse der Stadt Straßburg zu ihren le Nachbarn und weiterhin, wird im Straßburger Archiv noch lange hin eine Fundgrube für die Forshung offen stehen.

Zum Schluß ift no< zu bemerken, daß das Original der Kapitulation Straßburgs im Iahre 1681, das kurz vor dem Untergange der Bibliothek aus dieser entnommen wurde, si gleichfalls im Straßburger Stadtarchiv befindet.

Die Allgemeine deutsche Biographic*), III, / (Vgl. Bes. Beil. Nr. 24 u. 36, Jahrg. 1875.)

Mit der zehnten Lieferung, die mit dem Artikel Bode (Jo- hann Joachim Christoph) schließt, liegt dex zweite Band der „All- gemeinen deutshen Biographie“ vollendet vor. Das neueste Mitarbeiter-Verzeichniß umfaßt 440 Namen deutscher Gelehrten, von welchen 20 während der Vorarbeiten oder seit dem Erscheinen der ersten Lieferung bereits gestorben sind. Aus den lehten Liefe- rungen führen wir nachfolgende Biographien an, welche dem preußischen Staate angehörende Personen**) zum Gegenstande haben.

Der alphabetischen Ordnung nach finden wir den Philosophen Friedrich Eduard Beneke in Berlin (vom Privatdozenten Pr. G. von Hertling in Bonn), den Bildhauer Johann Peter Benkert in Potsdam, den Astronomen und Politiker Johann Friedrich Benz en - berg, den Theater-Jntendanten Herrmann von Béquignolles (gest. 1867), den Redakteur Gottlob Friedrih August Bercht; den Verfasser der Stralsundischen Chronik, Johann Ber>mann (vom Oberlehrer Dr. Hä>ermann in Greifswald); den Bischof von Aachen (1801—1809), Marcus Antonius Berdolet; den Professor der Medicin, Carl August Wilhelm Berends in Bkes=- lau und Berlin; den Erforsher der Bernstein-Jnseklten, George

*) Allgemeine deuts<he Biographie. Auf Veranlassung Und mit Unterstüßung Sr. Majestät des Königs von Bayern, Maximilian 11. herausgegeben, durch die historishe Kommission bei der Königl. Akademie der Wissenschasten. Achte bis zehnte Lieferung.

**) Das Weik verzeichnet uur Verstorbene.

Göttingen); den Historiker Gustav Adolph Bergenroth (vom Professor R. Pauli in Göttingen); den Kupferstecher Daniel Berger in Berlin; den Pianoforte-Virtuosen Ludwig Berger daselbst; den brandenburgischen Hofprediger Johann Berg oder Bergtius (vom Konrektor Schwarze in Frankfurt a. d. O.); den Heraldiker Christian Samuel Theodor Bernd in Bonn und ben Orgel- und Klavierspieler Friedrih Wilhelm Berner in Breslau.

Ausführlicher ist das Leben des kriegerischen Bischofs von Mün- ster, Christoph Bernhard von Galen, behandelt (vom Gymnasial- direktor Tücking in Neuß). Ein anderer Wevnhard isst der Graf von Aschersleben, Herzog von Sachsen, des Markgrafen Albrecht des Bären von Brandenburg jüngster Sohn (1145—1212), ein dritter der Held des dreißigjährigen Krieges. Herzog Ber nhard von Sachsen-Weimar (vom Professor Menzel in Bonn). Dem: nächst folgen der praktishe und theoretishe Musiker Christoph Bernhard aus Danzig, der in Dresden lebte und wirkte, der Direktor des Werderschen, dann des Friedrich Wilhelm-Gymnasiums in Berlin, August Ferdinand Bernhardi, Schwager Tie>s, und der erst am 14. Mai v. J. verstorbene Philolog Gottfried Bernhardy in Halle (vom Direktor E>stein in Leipzig). Die Geschlechtsfolge berühmter Mathematiker des Namens Ber- noulli ist vom Professor Cantor in Heidelberg dargestellt. Daran {ließen si< der Reisende Heinrih Agathon Bernstein aus Breslau und dessen Vater, der Breslauer Professor der orien- talishen Sprachen Georg Heinrih Bernstein.

Größeren Raum beansprucht die Familie Bernstorff; zunächst der am 26. März 1874 verstorbene deutsche Botschafter in London und preußische Staatsminister Albrecht Graf von Bernst orff (vom Pro- fessor David Müller in Karlsruhe), dann der dänische Minister Graf Andreas Peter und dessen Oheim und Vorgänger im Amte, Graf Johann Hartwig Ernst (von Dr. K. E in Berlin), sowie der Sohn des Andreas Peter, der Königli En Minister des Auswärtigen Graf Christian Günther (vom * in Breslau). R

Ein längerer Artikel ist dem Astronomen Friedri<h Wil- helm Bessel gewidmet (vom Direktor Bruhns in Leipzig), fürzere dem Dichter Johann von Besser, der des Königs Fried- rih I. Ober-Ceremonien meister und Geheimrath war, dem Quedlin- burger Buchhändler Johann Heinrih Besser und der Schauspie- lerin Friederike A. C. Bethmann-Unzelmann. Die Verfasserin des „Briefwechsels mit einem Kinde“, Bettina, d. h. Anna Elisabeth von Arnim, geb. Brentano, findet an dem Geheimrath G. von Loeper in Berlin einen eingehenden Biographen.

Es folgen der Dortmunder- Rektor Friedrih Beurhaus und dessen Nachkomme, der Lokalhistoriker Dortmunds, Johann Chri- stoph Beurhaus, der Afrikareisende Moriß von Beurmann und der um das Gewerbe-, Handels- und Bauwesen Preußens hoh verdiente wirkliche Geheimrath Peter E. Wilhelm Beuth, gestorben 1853. Umfänglicher is demnächst die Biographie des Staatsministers Carl Friedrih Beyme, gestorben 1838 (vom Professor Caro in Breslau). Dem VBotaniker und Reisenden Heinrih Carl Beyrich, dem homöopatishen Arzt und {önwis= senschaftlihen Schriftsteller Franz Anton Bid>king (von Fräulein Emilie Schröder in Charlottenburg), dem preußischen Civilisten Gustav Alexander Bielitß, dem Professor der Rechte in Berlin Friedrich August Biener, dem Bibliothekar Johann Erich Biester, dem Chirurgen Johann Ulrih von Bilguer und dem Schach- spieler Paul Rudolph von Bilguer (welcher lehtere übrigens, was in der Allg. d. Biogr. m<t gesagt wird, des Johann Ulrich Enkel war) sind kürzere Abrisse gewidmet; ebenso dem

Professor Johann Gustav F

[riedrih Billroth in Halle, dem vagabundirenden Humanisten Bartholomäus Bilov aus Stendal und der dramatischen Schriftstellerin und Darstellerin Charlotte Birch geborenen Pfeiffer (vom Regisseur Dr. Förster in Wien).

Die Bedeutung des Professors Carl Gustav Bischof in Bonn für die Entwickelung der Chemie und der Geologie legt der Ober- bergrath Gümbel in München dar. Ebenfalls schr eingehend wird der für die Geschichte der Kirchenreformation in Danzig wichtige Bürgermeister Philipp Bischof von dem Professor Th. Hirsch in Greifswald, der unter Friedrih Wilhelm 11. so einflußreiche General Johann Rudolph von Bischoffswerder von Harte mann behandelt. Aus dem Geschlehte Bismar> erscheint neben anderen der Generallieutenant Theodor Alexander Friedrich Philipp Graf von Bismar>-Bohlen. Erwähnung verdienen ferner der Bildhauer ¡Gustav Hermann Bläser, der Mediziner Ernst Blasius* in Halle, der brandenburgishe Staatsmann Werner Wilhelm Bllaspeil, der Bonner Theolog Friedrih Bleek, der Militairschriftsteller Johann Ludwig Urbain Blesson in Berlin, der Jchthyolog Marcus Elieser Bloch daselbst und dex Maler und Dichter Hugo Freiherr von Blomberg. Zu der Biographie

rofessor Caro