1876 / 189 p. 7 (Deutscher Reichsanzeiger) scan diff

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1628. Anna Maria Markgräffin zu Brandenburg.

Magdalena Sibylla Markgräffin zu Brandenburg.

Sophia Markgräffin zu Brandenburg.

1634. Cuivis dolori remedium est patientia. Ernst Marg- graf} zu Brandenburg.

1653. Si Dieu ne veut,

Fortune ne peut. Dienstwill. Veter, Sohn und Diener Albre<t Markgraf zu Brandenburg. Christo (sic) Gerechtigkeit ist meiner Seele Seligkeit. Sophia Margaretha.

i 1654, Patientia vincit omnes, Friedri< Wilhelm Chu

gegen Kunding beizustehen, ermahnt Wotan die sirahlende Wal küre Brunhilde, indem er fie auf die Misfion der Wälsungen zur Rettung der Götter aufmerksam maht. Aber Frika, die Hüterin der geheiligten Esche, verlangt Sühne für den Treubruh Siegmunds und Sieglinde's und Wotan muß den Helden dem Tode verfallen lassen. Gegen Wotans Befehl {ütt Brun- hilde Siegmund im Kampfe. Im entscheidenden Augenbli> jedo tritt Wotan für Hunding ein und Nothung, das çewaltige Schwert, zersplittert an des Gottes Speer. Vor seinem Zorn flüchtet Brunhilde auf ihrem stolzen Rosse Grane mit Sieglinde, um mit ihr

aber die Leiche Siegfrieds erhebt drohend die Hand, als Hagen den Ring rauben will. Nachdem ein gewaltiges Leichenfeuer veranstaltet, stürzt fi<h Brunhilde mit Grane in die Gluth. Des Rheines Fluthen wälzen fih über den Aschen- haufen und die Rheintöchter, von dem dur das Feuer gereinig- ten Gold wieder Besig nehmend, ziehen den gierigen Hagen mit in die Gewässer. Der Himmel erglänzt in fürterlicher Pracht Walhalla geht unter.

Dagegen weiß er dem auch ftolzen, fügsameren, dem Menschen treu ergebenen Roß die \{<önsten Bilder abzugewinnen. Als Wagenroß wird es in der „Slektra“ (V. 680 ff.) in mannigfachen Gestalten und Zuständen geschil- dert, das vor den Pflug gespannte Roß in der „Antigone“ (340, 350, 475). Die windshnellen Rose geben ein Bild für die größte Schnelligkeit im „König Oed.“ (467). Oreft ver-

gleiht seinen treuen Pfleger (Elektra, 25) mit einem Roß aus edler Art, das

aber weit sanfteren und

rfürst zu Brandenburg.

Lesperensse de leternel disipe tous mes ennuis. Louise Ellectrise de Brandenbourg.

1654. Spes mea Christus,

Christian Wilhelm Marggraf zu Brandenburg.

Bayreuth und das Nibelungenfestspiel. II. (Vgl. Bes. Beil. Nr. 36 vom 5. August.)

Die äußeren Konturen des Dramas der „Ring der Nibelungen“, welhes an drei Abenden und einem Vorabend spielt, find folgende:

Vorabend: Das Rhein

gold. Alberih (ein Nibelunge, d. h. Sohn der Nacht) gesellt si

zu den drei Rheintöchtern, welche,

Siegmunds Sohn zu retten. Hunding stirbt, um auf Wotans Befehl Frika den sühnenden Tod Siegmunds zu melden. Dritter Aufzug. In gewaltigem Ritte bringen die Walküren ershlagene Helden na<h Walhalla. —- Brunhilde kommt in Sturmeseile auf Grane mit Sieglinde. Ohnmächtig, vor dem daherbrausenden Wotan weiter zu fliehen, giebt sie ihr die Stü>ke des Schwertes auf die Flucht mit, damit ihr Kind, welhes Siegfried (d. h. Der, welcher dur Sieg den Fri-den bringt) heißen solle, später ein neues Schwert daraus \{<miede. Brunhilde, von Wotan ver- stoßen und verdammt, eines Mannes Weib zu werden, wird, in SwWlaf versunken, von dem Gotte mit einem gewaltigen Feuer gegen alle Feigen ges{hüßt. Nur der kühnste Held wird sie erwedten und zum Weibe nehmen.

Zweiter Tag. Siegfried. Erfter Aufzug. Sieg- fried, den Sieglinde in Mime's, des Nibelungen Höhle sterbend

Die antike Naturanshauung. E

(Vgl. Bes. Beil. Nr. 36 vom 5. August.)

Im „König ODedipus* find die Bilder und Gleichnisse, die vom Licht entlehnt find, entschieden die vorherrschenden, in \<öner Uebereinstimmung mit dem allgemeinen Grundgedanken der Tra-

gödie selbst, wie mit der ganzen Handlung derselben *). Denn die unselige Naht der Irrthümer, die \i< selbft helles Licht zu sein dünkt, die Nacht der Selbstverblendung ist es doch offenbar, über die der Dichter in dieser \spannendsten und ershütterndsten seiner Tragödien ein tieferes Bewußtsein in uns we>en will. Deutlih tritt dies in dem ersten Chorgesang hervor, wo Ent- hüllung des bis jegt von tiefem Geheimniß Bede>kten von den

„obschon betagt, In keiner Schre>niß und Gefahr den Muth verliert, Nein, ftolz das Ohr aufrihtet.*

Von der Tiefe der Beobachtung und Empfindung des Dich- ters für die Ersheinungen der Thierwelt zeugt ein Bruhstü>k aus einer seiner verlóren gegangenen Tragödien. Tyro spricht dort, indem sie ihren tiefen Unwillen und Schmerz über die an ihr verübte Gewaltthat, die Abmähung ihrer Lo>en, edel bewäl- tigt, die <hönen Worte:

„Sh dulde meiner Lo>ken Leid, der Stute glei, Die, mächtig überfallen dur der Hirten Zwang Bei Rosseweiden, leidet, daß mit harter Smd Des Naens braune Blüthe wird hinweggemäht Und auf den Wiesen treffend dann der Quelle Trank Darin an ihrem Schattenbild mit Schre>en sieht

: i ; Die Mähne \{<ma<hvoll dur die Schur herausgerupft. geboren hat, wird von demselben erzogen, um für ihn den. E T E S oan E Lens jer- | Auch selbs ein Unbarmherziger fühlt cinen Dir

spielend in den Fluthen des Rheines, seiner \potten. Sherzend | Ribelungenhort zu erringen. Wotan als Wanderer erscheint Götter des ae Mgeeaen; g Ie E EOS A feuer- } gie fie, von solcher Schmaw getroffen, jammervoll,

verrathen fie die Macht des Rheingoldes: „Der Welt | Mimen und erklärt ihm: „Nur wer das Fürchten nicht kennt, bringenden Blige regiert, polo, der Lichtgott, Artemis Nun raset und die Mähne, die sie trug, beklagt.“

Erbe gewänne zu eigen, wer aus dem Rheingold \<üfe | würde die Stüte Nothungs, des Shwertes, zusammenscmieden, mit flammenleuhtendem Schimmer, endli<h Bachus mit glanz-

den Ring.“ Aber nur wer der Liebe flu<ht, vermag wodur Fafner erlegt werden kann.“

es. Alberih, den Flu ausstoßend, entwendet das G \hmiedet den Ring, dur<h welchen er die Herrschaft der Welt an fi< zu bringen hofft. Auf der Erde lebt das Geshleht der Riesen. Fasvet und Fafner haben für die Götter eine riesige Burg, „Walhalla“, vollendet, wofür ihnen Wotan, auf des bösen zerstörenden Feuergottes Loge Rath, öGreia, die jung-

old und

Siegfried vollbringt die Arbeit. Zweiter Aufzug. Von Mime geführt, kommt Siegfried, der Wälsung, vor Neidhöhle an, wo Fafner als Riesenwurm den Hort bewaht. Nachdem er von dem Blute des Erschlagenen gekostet, versteht er die Sprache der Wald- vógel, welhe ihm rathen, den Ring und Tarnhelm zu nehmen.

Von den meuglerishen Plänen Mime's unterrichtet,

ftrahlender Fa>el. Die Vorstellungen des Sehens und der Blindheit, der geistigen und physischen, ziehen sih ahnungs- \haurig dur alle Theile der Tragödie durch.

Wie im „König Oedipus“ das Licht verherrlicht wird, so könnte man den „Oedipus auf Kolonos* eine poetische Verklärung

der Naht, des Shweigens, des Todes nennen. Oedipus, der fich selbs geblendet, findet unbewu

Auch Aeshylus thut oft des Ro immer ift es das Streitroß. Ueberhaupt gängig, wie {on angedeutet, am liebsten die wilden und reißen- den Thiere oder die sanfteren do< in ihren wilderen Zuständen vor Augen, während Sophokles lieber bei den milder gearteten

und den ruhigeren Zuständen der wilderen mit der Phantasie

}es Erwähnung, aber führt er uns durh-

ßt, von einem inneren Licht ge- S E n E C EeE E p E Tra- S Ee : s - : Ht ; n Und Bragmenten des Sophokles die Wölfe nie, agegen äuliche Göttin versprohen hat. Wotan regiert dur< die Ver- t [ Le leitet, den rihtigen Weg zu dem Hain, wo er Ruhe finden sollte, | g0dlen Ur i N i 1 arme ift Herr dee Mi Erde und über Ribelhein- (d. H. die S : s BruGilbe a bet S F Ee, wo die fonft furchtbaren, ihm aber \ympathischen uralten Töchter Wölfz ein oe E “der Hiri da E E Ras e Wohnung der Nibelungen) dur die Macht seines Speeres, in Dritter Aufzug. Wotan will Siegfried den Aufgang zu der Naht walten. Keine laute Menschenstimme darf sich in ihrer ist es gewiß nft zufälli daß zwar E E G s welchem die heiligen Runen der geschlossenen Verträge eingegraben | Brunhildenstein wehren, aber unter Nothungs gewaltigem Hiebe Nähe erheben (V. 125 ff.); kein Sturm rausht im heiligen D La d Dacgenl find. Freia, welhe den Göttern die ewige Jugend erhält, \oll zersplittert Wotans Speer.

den Riesen folgen, aber Wotan weigert die Erfüllung seines Ver- sprehens. Freia, zwar dur<h die Götter Donner und Froh beshüßt, wird zuleßt do< entführt, nahdem die Riesen si den Nibelungenhort (wel<hen Alberih dur die Macht des Ringes von den Nibelungen häufen läßt), wovon Loge berichtete, als Lösung bedungen haben. Mit Freia \{<windet den Göttern Kraft und Jugend. Wotan fährt mit Loge hinab, um den Nibelungenhort zu erringen. Alberich, gebunden, rettet \ein

Brunhilde, ihrer Brünne beraubt, entsagt der Götterherrlihkeit und wird Siegfrieds Weib. Speer is zerhauen, die Verträge durhbrohen ; Wotans Herr- schaft geht zu Ende Götterdämmerung dunkelt herauf. Dritter Tag. Götterdämmerung. Vorspiel. Drei Nornen weben am Runenseil, welches, indem _fie den Untergang Wotans prophezeien, in Stü>e zerreißt. Um zu Kampf und Streit hinauszuziehen, nimmt Siegfried von Brunhild Abschied. Den Ring giebt er ihr

Der

Dickicht dieser Waldungen; nur das leise Gemurme und die Töne der Nachtigal deuten auf das in der heit fich regende Leben; V. 666 ff. heißt es:

„Wo hinflatternd die Nachtigal

In helltönenden Lauten klagt

Aus grünenden Schluchten,

Wo weinfabiger Epheu rangt,

Tief im heiligen Laube des

[l der Bäche Verborgen-

Falken, Weihen oft gedenken, Aeshylus dieselben aber immer in wildem Kampf mit {wäheren oder ähnlih gearteten Thieren, oder gejagt von Menschen , kurz im Kampfzustande , vorführt, wäßrend bei Sophokles \i< fast nichts derart findet. Ebenso nehmen die {hwächeren Thiere eben in ihrer Hülflosigkeit die Aufmerksamkeit des Aeshylus in Anspru, womit denn au manches Andere bei ihm, so die Liebe zu dem sanft {hü<ternen Weibe, der vollständigften Ergänzung des kräftigen Mannes, in

: Z sehr engem Zusammenhang steht. Sophokles bringt nie so über- h 1 als Zeugen seiner Treue und seiner Gottes, dem schattigen, früchtebeladenen, menschli<e Kraft des ; Ti ; 2 Leben um den Hort, Tarnhelm und Ring aber alles Unheil | Shwüre. Erster Aufzug. Dem Herrsher am Rhein, Dem stillen, das kein Sturmwind ein C CRGEE a Ke ie Se E Me s<wört er auf den Besiy des Ringes. Nachdem die Urweise Gunther, entbietet Siegfried seinen Gruß in der Burg Aufregt“ u. st. w. dor Theben“, zur Anschauung; dagegen stellt er uns die Helden- Erda, Wotan mahnend, erschienen, giebt er den ganzen Raub als | der Gibihungen. Tronje Hagen, der Sohn Alberichs, i L

Lösung für Freia den Riesen, welche sofort dem Fluche verfallen,

fich bei Theilurg des Hortes

entzweien. Während Fafner, der Fasvet erschlagen, vie Schâz

e birgt, erregt Donner ein fürterliches

auf den Besiß des Ringes sinnend, veranlaßt

die Königstochter Gutrune, dem Gaft einen Lethetrunk zu reihen

, wodur Sieg-

Auch die Süßigkeit des Schlafs hat keiner unter den Dich- tern des Alterthums tiefer empfunden und \{höner zur An- \<hauung gebra<ht, als

jungfrau in seiner „Elektra“

no< mehr in der „Antigone“ in den herrlihsten Bildern E

vor Augen.

s

Eben weil der

fried jede Erinnerung an Brunhilde verliert. Nachdem er mit S S N: E E i E S “Aar L O Gewitter, aus welchem si< ein weiter Regenbogen zur neuen | Gunther Blutbrüderschaft getrunken, übernimmt er, die von Ha- ers E R R E dad Sis nente, falt fh d feine B tit bie E D E Burg spannt, die zur Berherrlihung der Götter mit Verachtung | gen gepriesene Brunhilde mittels des Tarnhelms für ihn zu Suité har: Dur. Tabender Labes ‘Gott! Gible anan i Eia, E en rag H hierwelt in des Rechtes erbaut ist. Zu neuem Glanze schreiten sie über den | freien. Brunhilde, von der Walküre Waltraute benachrihtigt M e O E pu pet s . Vögel Tod Sr E L N Ss E E ¿zigen Bogen nah Walhalla, taub gegen die gere<ten Bitten der Rhein- daß das Ende der Götter bevorstehe, wenn fie den Ring nit Mit den herrlichsten, der tiefsten Empfindung entftrômenden E eihtem Schwarm (Ant. 342) verweilt er am liebsten. Loge ber Bose peecit ift gekränkt, die Verträge niht mehr heilig. | an die Rheintöchter zurückgebe, äßt diefes Liebespfant höhe iee unl deng Sr die See folgendem Beuchstizr | Lie SMOMerihe: win: In Lm haa lis Li Be Me Loge der Böse prophezeit die Götterdämmerung das Ende. (Um | als das Glü> der Götter und weigert ih, den Ring in den einer untergegangenen Tragödie die Wohlthat des Schlafs ge- | des „flatternden Täubchens* (Aj. 140), die findlihe Liebe an die Götter zu {hüßen, bringen auf Wotans Befehl die Walküren,

wel<e ihm Erda gebbren,

alle ershlagenen Helden na<h Wal- halla. Auf der Erde erze s

Rhein zu werfen;

| aber fie verliert ihn an Siegfried, der fie in Gunthers Geftalt üb

erwindet und mit ihr, dur< Nothung getrennt,

\childert:

dem Bilde der Nachtigal (Ele

ftra 1054), Antigone beklagt ihren unbestatteten Bruder mit

„Wie kann Dir mehr Behagen wohl zu wünschen fein Ri „bittrem Jammerruf & : ; : : L banger Laut des Vogels, wenn er heimgekehrt ugt Wotan das Heldengeshle<t der | das Shlafgemach theilt. Zweiter Au ug. In dunkler Naht Als wenn auf festem Boden und vom Dach beschirmt i » E 4 : Wälsungen, aus welhem ein kühner Sieger entsprießen folle, wacht Hagen E Thor, als S Alberih CiGeL: Der Tropfen Rauschen dur< den Schlaf Du ruhig hörst.“ Bie ¡eere Lagerstätte sieht der jungen Brut. der im Todeskampfe der Götter Unrecht sühne. Nur dur< | „Machilos find die Gött

Rückgabe des Ringes an den Rhein und dur<h Fafners Tod ohne der Götter Ver

H anlassung würde Walhalla's Ende ver- hütet.)

__ Erster Tag. Die Walküre. Er ein Wälsung, im Kampfe verwundet, trit Sunding Haus. Nach Hundings Heimkehr erzählt Siegmund vom Tode seiner Mutter und Schwester, die {hon lange ershlagen wurden, und wie er zuleßt in wildem Kampfe die Waffen ver- loren habe. Von Sunding als Gegner erkannt, muß er \ih für den kommenden Tag zum Kampfe rüsten. Sieglinde, von Schächern an Hunding vermählt und für Siegmund in Liebe entbrannt, zeigt ihm das Schwert Nothung, welches Wälse (Wotan) in den Eschenstamm gestoßen, woraus es nur ein Wälsung zu ziehen vermöhte Siegmund zieht das Schwert aus dem Stamme und erkennt Sieglinde als die längft verlorne

fler Aufzug. Siegmund, t zur Raft in seines Feindes

l er, Siegfried der Wälsung ist Beherrscher des Alls! Gewinnen die Rheintöchter den Ring, so is den Nibe- lungen die Herrschaft auf ewig versagt deshalb nimm den Ring für mih und Dich, mein Sohn!® Mit Gutrune ver- mählt, tritt Siegfried Gunther und Brunhilde entgegen. Von Leßterer an dem Ring als ihr Ueberwinder erkannt und von ihr im Uebermaß der Verzweiflung des Treubruches angeklagt, be- \{<wört Siegfried auf Hagens Lanzenspize von Neuem Treue und BVlutbrüdershaft. Gunther, Brunhilde und Hagen be- \<hließen während des Hochzeitsfestes Siegfrieds Tod auf der Zagd. Dritter A ufzug. Vergeblich von den Rheintöchtern vor dem Fluche des Ringes gewarnt, fällt Siegfried dur Hagens meuhlerische Hand, als er, bei der Jagd rastend, Gunther seine Erlebnisse erzählt und sich allmählih wieder seines ersten Schwures an Brunhilde erinnert. Vor der jammern-

Auf diesem tiefen Verständniß,

der innigen Empfindung der Seelenstille, der Zustände,

die ihr vorangehen und fie vorzu- bereiten pflegen, wie des in geheimer Lust in Klagen fi ergie- ßenden Schmerzes beruht au< vornehmlih die Milde, Süßigkeit und Heiterkeit der \ophokleishen Muse. Auch die gesammie Bilderwelt bei Sophokles hat einen weil milderen und freund- liheren Charakter, als bei Aeshylus. Dieser liebt es, an eine mythishe Urzeit Griechenlands zu erinnern, wo der Muth der Männer \si<h no< an der Jagd auf Löwen, am Kampf mit Drachen ftählte. Drachen, Sthlangen, Löwen bieten ihm oft Anlaß zu \{<önen und kräftigen Bildern. Bei Sophokles finden s< Bilder, die fh an die Natur der Schlange anlehnen , fast gar niht; des Löwen gedenkt er nur zweimal in flühtiger und unbeftimmter Andeutung.

Im Anfang des „König Oedipus“ wird bei der {weren Seuche, Sterbenden und zum verglichen :

„Und Schwärm' an Shwärmen, Wie flühtige Vögel, erbli>st Du Sneller als reißende Glut, \ih entshwingen zu Dem Strand des Abendgottes.“

Zu dem gesammten Naturleben fianden Aeshylus und Sophokles in etwas verschiedenem Verhältniß. In den Dich- tungen beider athmet ein tiefes und kräftiges Naturgefühl; do jene so innigen, aber uralten Formen, in die der Mensch als A>ersmann, als Fischer, als

: Ô Ï i Hirt mit der Natur irilt, müssen für Aeshylus frishen und kräftigen Sinn

der Schilderung die das Volk befallen, die Menge der Hades Entfliehenden mit Vogelschaaren

: no<h einen Reiz gehabt haben, wie fie bei fortshreitender x l l den Gutrune klagt Gunther Hagen als Mörder an. Jm "J Vgl. Ed. Müller: Ueber sophekleishe Naturanschauung, | Geiftesbildung und Sittenverfeinerung ihn nur selten noch Shwester. Zweiter Aufzug. Um Siegmund im Kampfe | Streit um den Ring fällt der König durch Alberihs Sohn, Liegnißer Gymnafial-Programm. ausüben. Gern

verweilt sein Geist hei Anschauungen

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