1876 / 293 p. 9 (Deutscher Reichsanzeiger) scan diff

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Bessemer-Anlagen sind seit ca. einem Jahrzehnt im Lande entstandens sie liefern hauptsählih Material für Eisenbahn- schienen ; die Eisenpreise sind weit höher als in aae agt es sind aber einzelne Qualitäten, namentlich von-Gußeisen, un- übertrefflih. Die Fabrikation von feinem Stahl für Werk- zeuge hat in Amerika O keine große Bedeutung erlangt. An Hölzern hat Amerika noch unermeßlihe Schäße, Es eine Mannigfaltigkeit von Eichen, Nußbaum, Ahorn,

en 2. .

Ueberall hin giebt es Eisenbahnen, sie sind zahlreicher und besser im Stande, als Wege und Straßen.

Da die Ae Bat so rar und theuer, so hat man der Benugzung der Wasserkräfte der zahlreichen Flüsse längst die verdiente Aufmerksamkeit gewidmet. An solchen is au in den meist bevölkerten, gebirgigen, alten Staaten Connecticut, n Beilpiel Rode-;Zsland durchaus kein Mangel.

Hier nur ein Beispiel : eine Gesellschaft mit einem Aktien- kapital von 4 Millionen Dollars hat am Connecticut- River, etwa 100 Meilen von New-York und 150 Meilen von Boston eine Wasserkraft von 30,000 Pferden nußbar gemaht. Der dur ein ungeheures Wehr gespannte Wasserzufluß von 6000 Kubikfuß wird in drei parallelen Kanälen abgeführt, an denen nun eine großartige Fabrikstadt, Holyock, so angelegt wurde, daß die vielen Etablissements, und es sind deren 4—500 in Aussicht genommen, ja an der einen Seite am Kanal, an der Hinterseite an einer Eisenbahn liegen. Ein

ndustrieller fann hier an einem der Kanäle ein E

errain um mäßigen Preis erwerben, seine Fabrik bauen, und um 300 Dollars per Jahr und per Pferd so viele Pferde Wasserkraft erhalten, als er eben braucht.

Zu den natürlichen Hülfsmitteln Amerikas zum erfolg- reihen Betriebe von Jndustrie kommt noch die außerordent- lihe Wohlhabenheit der Bevölkerung in Betracht; E E eist ist ein Hauptcharakterzug des Amerika- ners, ost streist er an Verwegenheit ; Aftoziationen nimmt man sehr leiht. Wer fallirt, ist deshalb nit verloren wie in Europa; in dem- unermeßlichen Lande bieten sih einer zähen, E chen Natur hundert neue Gelegenheiten, um wieder an- zufangen.

Der Amerikaner ist verschwenderish; niht mit Sparsam- keit, sondern durh neue Erwerbsquellen sucht er ge Lage ju verbessern. Wer sein Geld leiht verdient, giebt es auch eiter aus; so finden wir in allen amerikanischen Häusern Einrichtungsgegenstände, die sich in Europa blos der Wohl- habendere erlaubt, und besonders Werkzeuge und Apparate zur Befriedigung der Engen Bedürfnisse, für die man hier vergeblih nah einem Abnehiner suchen würde. Der Ameri- faner hat eine bei anderen Nationen weniger, und bei der deutschen gar nicht vorhandene Vorliebe für sein heimi- Le Produkt. Oft hôrt man auch aus dem Munde von

tichtindustriellen mit einer gewissen Selbstbefriedigung, daß man troh der Jugend der heimischen Fndustrie nunmehr Alles im Lande, und wie der Amerikaner glaubt, weit bester fabri- ire, als in der alten Welt. Daß ein solches Selbstbewußt- ein und Selbstvertrauen der heimischen Jndustrie ungemein örderlich, P wohl begreiflih, wie auch die in vielen Fällen onsequent durhgeführte Baarzahlung bei Ablieferung für den Industriellen vom größten Werthe if auch die Konkurrenz in Amerika noch nicht so aufs Aeußerste getrieben ist, wie in manchen Zweigen der deutschen Fndustrie, erhellt \{hon daraus, daß man I Dollars und Cents rèhnet, einem Vierfachen unseres Werthmaßstabes, daß alle Handarbeiten ungemein dee bezahlt werden müssen, und daß nur Fabrikerzeugnisse reise zeigen, welche denjenigen unserer Fabrikate einiger- maßen annähernd, meist aber doch noch höher sind. Das muß man der E ) neunte Aactagen, und das liegt wohl in dem praktischen Sinne des Volkes, das Nichts fabri- irt wird, was nur zum Verkaufen, niht aber zum Ge- rauhen ist. Eine lobenswerthe Sitte is, daß a den Fabrikaten, wo immer möglih, der Name des Fabrikanten aufgeschlagen ist.

Ein wesentlicher Unterschied zwischen deutsher und ameri- kanischer Fabrikation gerade in dem Gebiete der Metallwaaren- Fabrikation besteht darin, daß in Amerika verhältnißmäßig weit weniger aber große Etablissements mit einander kon- kurriren, daß in diesen wo immer möglih mit Maschinen S wird, daß Maschinenarbeit vollkommener ist, und

er Kontrole weniger bedarf, als die Fabrikation in vielen kleinen Werkstätten mit mangelhaften Einrichtungen. Ob sih bei diesen Verhältnissen die Arbeiter in sozialer Beziehung hier oder dort besser stellen, ist eine andere Frage; es ist eben

BS Großindustrie gegen Kleingewerbe mit ihren Licht- und“ chattenseiten. Daß aber die deutsche Jndustrie sih vorwie- gend der Fabrikation der billigeren Artikel zugewendet hat, ist weit weniger den Jndustriellen, als der ggen Gesellschaft zuzuschreiben, die, wo man ihr Besseres und Theures bietet, in Deutschland in 99 von hundert Fällen nach dem VBilligen greift, und leider zu greifen genöthigt ist, weil das shmale Einkommen nicht weiter reicht.

Es is wohl selbstverständlih, daß die praktischen Amerikaner einen . pigng einer gesunden Jndustrie, näm- lih die Spezialisirung der Fabrikation nie aus dem L verloren haben. Diese: große Fabrikindustrie hat nun auch gesundere Handelsverhältnisse herbeigeführt, und jenen in Deutschland wuchernden ungesunden Dibishenhandel nicht aufkommen lassen. Das deutsche Element spielt sowohl in der amerikanischen Jndustrie, als im amerikanischen Handel eine große Rolle, gar mancher E deutsche Handwerker hat sich in Amerika zum großen Jndustriellen empor- ges{chwungen. Die Gunst der örtlichen erhältnisse und des glücklichen Marktes, nahdem sich jeder Jndustrielle richten muß, haben ihm das möglich gemacht.

Jn der amerikanischen Eisenwaarenindustrie tritt zunächst eine merkwürdige Eigenthümlichkeit hervor, näm- lich die ausgedehnte Anwendung des Gußeisens. Die Gründe dieser Erscheinung sind sehr naheliegend ; einmal stehen treffliche Magneteisensteine allerwärts zur Verfügung, aus denen ein Gußeisen von vorzüglicher Zähigkeit und doch entsprechender Leichtflüssigkeit cal wird, sodann erfordert der Prozeß des Gießens unverhältnißmäßig weniger Handarbeit, um irgend eine Form und besonders eine komplizirte herzustellen, als dur Schmieden oder Zusammenfügen von Schmiedeisen- theilen. Es lag deshalb auf der Hand, daß in dem Lande der höchsten Arbeitsl[öhne die Fabrikation der Metallwaaren diese Richtung eingeschlagen hat. So findet man in Ame- rika keine anderen Eisenbahnräder als sammt den Reifen ge- gossene, selbst bei den Lokomotiven und zwar von ausgezeich- neter Qualität; eine Menge von Maschinentheilen, die aus Gußeisen herzustellen, hier zu Lande Niemand einfallen würde, sind gegossen ; diese ausgedehnte Anwendung des Gußeisens hat dazu geführt, daß in Amerika im Gießereibetriebe E \chritte gemacht worden sind, die für uns in hohem Grade nachahmungswerth sind. Man sieht da Maschinengestelle von solch komplizirter Form aus einem Stücke, Klavierplatten, Werkzeugtheile, Schlösser, Thürbeschläge, Kaffeemühlen 2., so leiht und sauber gegossen und dabei niht spröde und bearbeitungsfähig, daß sie unser Staunen erre- gen. Man wendet aber auch der Prüfung der Ma- terialien, ehe sie zur Verwendung kommen, die größte Sorgfalt zu. Wo die Festigkeit des een Gusses ne mehr hinreiht, greift man jun \chmiedbaren Guß, d. h. die aus geeignetstem Materiale hergestellten gegossenen Theile werden noch einem Adoucirungsprozesse unterworfen, und ge- winnen dadur an Widerstandskrafst. Jn Newark und ande- ren Orten sind Etablissements, welhe 600 Ctr. shmiedbare Gußtheile in der Woche erzeugen.

S0 finden wir Ketten für die verschiedensten Pole und in den mannigfaltigsten Konstruktionen aus Guß her- gestellt, in Anwendung, wo man si hier zu Lande mit Rie- men und anderen weit kostspieligeren, komplizirten Mecha- nismen behilft.

Einer der Hauptvorzüge der amerikanischen Werkzeuge und Kleineisenwaaren ist die t praktis für den Gebrauch und raffinirt für eine massenhaste billige Herstellungweise der- selben. Hierin sind die Amerikaner in der That Virtuosen. Ein weiterer Vorzug is das gefällige Ansehen; was blank polirt, glänzt wie Silber, was unbearbeitet, ist entweder bronzirt, vernickelt oder in einen Lack getaucht, der einfach

etrocknet, eine haltbare, vollständig glatte und glänzende

berfläche bietet. Die klimatischen Verhältnisse gebieten , alle Metalle dur einen geeigneten Ueberzug vor rapidem Rosten ju shlgen, Der Amerikaner legt auf ein gefälliges Aeußere einer Fabrikate den größten Werth, ein Umstand, der ebenso wicht ig ist, als die gute Qualität, und der oft im Handel den Ausschlag giebt, ohne besondere Mehrkosten zu erzeugen. Die Emballage is nie so dürftig, wie wir sie oft an deutschen Fabrikaten sehen. Die Hauptmaße des Gegenstandes oder die

(ummern des Kataloges sind in den Gegenstand eingegossen, und eine deutliche gedruckte Schrift bezeihnet den Jnhalt der gefälligen Schachtel.

Die Handwerkzeuge der Amerikaner zur Bearbeitung von Holz haben schon v einiger s in Deutschland Eingang und Nachahmung gefunden. Fn der That großartig hat

si die Fabrikation der Sägen und Aehnlichem entwickelt. Ein einziges Etablissement Diston & Sons in N beschäftigt 1200 Arbeiter und erzeugt seinen Stahl selbst. Die Fabrikate sind sowohl bezüg der Qualität des Mate- rials als der Vollendung der Arbeit mustergültig; bewunde- rungswürdiger aber noch sind die mannigfaltigen raffinirten Verbesserungen, welche in der Form der Säge, in den Appa- raten zu ihrer Schärfung eingeführt worden sind.

Ein anderes Etablissement hat sich die Fabrikation der A für Tischler zur Aufgabe gemacht, und ‘diese ganz aus

isen und Stahl hergestellt ; dieselben sind Meisterstücke der Leichtigkeit, Akkuratesse, Bequemlichkeit und Sicherheit in ihrer Handhabung. Wie bei jedem rationellen Jndustriebetriebe, arbeitet der amerikanische Arbeiter auf Stück; in den meisten Etablissements hat der Arbeiter seine Handwerkzeuge selbst zu stellen. Jedes Mittel, die Leistung zu ciEeR und am Werkzeuge zu sparen, kommt deshalb ihm zu gut, und bei seinem hohen Lohn kommt die Anschaffung eines verbesserten Werkzeuges kaum in Betracht, sie trägt ihm reichliche Zinsen ; daß der Arbeiter sein eigenes Werkzeug schonlich behandelt, liegt in seinem Jnteresse.

Während der deutshe Handwerker, und insbesondere der Bauer, mit unglaublicher Zähigkeit an der alten Form seiner Geräthschasten E, hat es bei der spekulativen ameri- kanishen Bevölkèrung keinerlei Schwierigkeit , neue, ra- tionell verbesserte Werkzeuge einzuführen. Die Agrikultur-

halle bot eine Menge Handgeräthe für den Aerbau,

als Gabeln, Rechen, Hackten, Schaufeln 2c. 2c. von bestem Stahl, so leiht, daß die Vortheile der Benußung derselben in die Augen fallen. Verfolgt man die Fabrikation in den Werkstätten, welche sich hauptsählih in dem nördlichen Theile des Staates New-York finden, so kann man die Großartigkeit der Einrichtungen, die Zweckmäßigkeit der zur Herstellung der- selben verwendeten Apparate nur bewundern. Diese land- wirthschaftlihen Stahlwerkzeuge, mit Ausnahme jedo der Sensen, welche, wie hon oben bemerkt, Deutschland unver- hältnißmäßig besser herstellt, bilden sammt den Stielen aus dem trefflihen amerikanishen Eschenholze shon seit Fahren einen Exportartikel der amerikanishen Jndustrie, besonders auch nah Deutschland, obgleich der Stahl zu ihrer Herstellung wenigstens theilweise aus Deutschland bezogen wird.

Eine ganz rationelle Massenfabrikation allein scheint es möglich zu machen, den oen Eingangszoll des deutschen Stahles zu bestreiten, und doch noch auf dem deutschen Markte fonkurrenzfähig zu erscheinen.

Die in Folge des amerikanischen Krieges ausgekommene S N von Hufeisen mittelst Maschinen hat seither we- entliche Verbreitung gefunden, und es kommen hierzu, sowie ur Herstellung von Hufbeschlagnägeln verschiedene Maschinen- tene mit Erfolg in Anwendung.

Ein er großes Gebiet der amerikanischen Eisenwaaren- Industrie bilden die Building- Hardware- Bestandtheile für Bauzwecke. Das Bauen der Häuser geschieht in Amerika scha- blonenmäßig. Die in besonderen Fabriken gefertigten Thüren,

enster, Läden haben durch das weite Gebiet der Vereinigten

taaten so übereinstimmende Dimensionen, daß auch die Ferti- gung der dazu erforderlichen Schlösser, Beschläge, gerade wegen ihrer Uebereinstimmung zu einer so großartigen Massenfabri- kation dieser Artikel Anlaß gegeben hat, wie wir sie in Deutsch- land nicht kennen. Die regelmäßige Waare wird in vorzüg- liher Qualität und zu verhältnißmäßig billigen Preisen von roßen Cs e verlangt man aber etwas für be- ondere Verhältnisse, jo hat man dafür enorme Preise zu be- zahlen, und es tritt dann deutlih zu Tage, daß der amcri- kanische Fabrikant ein tüchtiger Techniker, daß aber von Ge- eh Kunstsinn auch nur die ersten Regungen vorhan- en sind.

Schlösser werden in den meisten Staaten fast aus- \chließlih aus Gußeisen hergestellt; ihre Fabrikation ist deshalb wie bei kaum einem anderen Artikel eine billige Massenfabrikation geworden. Ein besonderer Vorzug, den alle diese amerikanishen Schlösser zeigen, ist der kleine Schlüssel; er bedingt aber eine genaueste Arbeit des Schlosses sowohl als der zu schließenden E Für \{hlecht s{hließende Thüren sind amerikanische Schlösser unbrauchbar. Das her- vorragendste in dieser Richtung leistet die American Jale Lol Manufakturing Compagnie in Stamford, Connecticut. Sie scheint sih der besonderen Protektion der amerikanischen Post- und Eisenbahnverwaltungen zu erfreuen, und liefert alle jene O E, mit welchen jedes amerikanishe Post- und Bahnbureau in so vorzüglicher Weise ausgestattet ist.

Wenngleih die Bauart der Häuser und die Art des

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Wohnens in-Amerika nur vorwiegend ein Vermächtniß der Engländer ist, so hat der strenge amerikanische Winter den englischen Fire-Place verdrängt, und dem rationellen Ofen und Kochherd Plaß gemacht. Man findet zweckmäßige Zimmeröfen und Herde, auch rationelle Centralheizungen. Bei vielen Konstruktionen is eine rationelle Ventilation ange- bracht; im Allgemeinen passen viele derselben, welche meist mit Anthracit geheizt werden, niht nur für unsere aag nit, sondern fie entsprechen auch in ihrer äußeren Form unjerem Geschmack keineswegs, obgleich sie Meisterstüe der Gießerei sind.

Jn der Fabrikation von g und Schrauben is Ame- rika Vngst unübertroffen; die Nägel sind durhgehends aus Blech geschnitten, das vielfah aus Schweden eingeführt wird. Vollständig automatishe Maschinen, welche in großer Zahl in der e in Thätigkeit waren, zeigten die große Bedeutung dieser Fabrikation und den ungèmeinen Verbrauch dieses Artikels in dem Lande der Holzbauten. Eines der sehenswerthesten Etablissements zur Schraubensabrikation ist die American-Screw-Company in Providence. 4 zwei groß- artigen, 5 Stock hohen Bauten befinden sich Maschinen- einrihtungen, um täglih 15 Tonnen Holzschrauben, von den kleinsten, dem Auge kaum sihtbaren Dimensionen bis zu meh- reren Zoll Länge, zu machen, und zwar von tadelloser Qua- lität. Die Maschinen sind so rationell gebaut, daß cin Mäd- hen von 14 Jahren an zwanzig Maschinen gleichzeitig über- wacht, und in jedem Saale einige Hundert Maschinen arbeiten, zu deren Bedienung ein Mann und eine kleine Kinder- haar ausreiht. Wohl kaum in einem anderen Etablissement der Welt mögen solche Mengen komplizirter und exakter Formen mit äußerster Ersparniß der Menschen- hände erzeugt werden. L

Bekanntlich ist die Fabrikation der Feilen mittelst Ma- schinen von Amerika ausgegangen; sie hat in England in ausgedehntem Maße, in Deutschland einige Verbreitung ge- funden. Es steht außer Zweifel, daß namentlih die Maschinen eines gewissen Dodge Feilen erzeugen, welche den mit der Hand erzeugten Hieb genau herstellen, doch hat sih gezeigt, daß auch in Amerika die Feilen noch vorwiegend Erzeugnisse der Handarbeit sind. Jm Allgemeinen läßt si sagen, daß der Bedarf derselben durh eine Reihe anderer neuerer roti- render Werkzeuge, wie Fräsen, Schmirgel- und anderer Schei- ben, welhe nah Art des Schleifsteines wirken, und weit wirk- samer sind, an Bedeutung abgenommen hat. Die bekannten französishen Werke von Jappy frères in Beaucourt haben seiner Zeit sehr große Geschäfte in getriebener afeige Schlössern 2c. nah Amerika gemacht, das hat aufgehört; die amerikanischen Vertreter seines Hauses haben es vortheil- hafter gefunden, all das im eigenen Lande zu machen, und wie ctne Ausstellung zeigte, übertreffen diese Fabrikate das französische weit.

Der Revolver und das Repetirgewehr, bekanntlich ingeniöse amerikanische Erfindungen, beweisen uns hinlänglich, daß die Fabrikation der Schießwaffen in den Vereinigten Staaten in großartigstem Maßstabe und zwar mit Virtuosität betrieben e Die Fabrikation derselben is ausschliezlich Maschinen- arbeit.

Jn Erzeugung guter Stahlklingen wird die Geschiälichkeit und der richtige Bli des Schmiedes nie durh die Maschine erseßt werden, und Solingen wird sowohl in Klingen, als in Messerwaaren den amerikanischen Markt wieder gewinnen können, wenn die Vereinigten Staaten je wieder zu einem vernünftigen Zolltarife zurückehren sollten.

Jn einem Lande von großem Reichthum, mit ausscließ- lih papiernen Werthzeichen, mit so rapider Ansiedelung, viel- fah ganz hölzernen Gebäuden, Trottoirs und Pflaster, ohne die Kontrole einer E aber allgemein verbreiteten trefflichen 2 L Es und tüchtigen Feuerwehren, ist der Besiy eines jowohl seuer- als diebsficheren Behälters eine große Beruhigung für den Besißenden. Das dringende Be- dürfniß und der amerikanische Erfindungsgeist haben deshalb in der Kassenfabrikation längst Vorzügliches hervorgebracht. Man findet Kassen von ganz ungewöhnlichen Dimensionen, von einer Solidität, Eleganz und einem Raffinement der Schlösser, welche in der That bewunderungswürdig ist. Eine besondere amerikanische Eigenthümlichkeit sind die Zeitschlösser mit Uhrwerk, welche nur zu gewissen Stunden des Tages das Oeffnen der Kasse gestatten. Ob sie zu einer Vermehrung der Kontrole, oder wie Andere behaupten, nur um verwegenen Dieben au nah Erpressung der Schlüssel das Oeffnen der Kasse oi R zu machen darüber hörte man ver- schiedene Ansichten.