1881 / 15 p. 11 (Deutscher Reichsanzeiger) scan diff

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Entscheidungsgründe.

_Es ist dem Revisionékläger darin Recht z1 geben, daß die Ab- weisung der Klage auf den §. 155 des Reichsgeseßes vom 31. März 1873 nit gegründet werden konnte. Nach §8. 155 sind die Gerichte bei Beurtheilung der vor ihnen geltend gemachten vermögzensrecht- lichen Ansprüche der Reichsbeamten an die Eatscheidungen der Dis- ziplinar- und Verwa!tungébehörden darüber, ob ein Reichsbeamter aus seinem Amte za entfernen oder in den Ruhestand zu versetzen sei, gebunden. Die Kündigung des Dienstes ist keine Entfernung aus dem Amte im Sinne des §. 155, weil hierunter die im §8. 73 desselben Gesetzes erwähnte Disziplinarstrafe zu verstehen ist. Der Erlaß des General-Postamts vom 23. August 1879 enthält keine Entscheidung dar- über, ob Kläger in den Ruhestand zu verseßen, sondern nur darüber, ob ihm eine Pension zu bewilligen sei ; er enthält au§ keinen Aus- spruch darüber, ob Kläzer diexst unfähig sci, da der Grund, weshaib dem Gesub um Bewilligung eines Ruhegehalts nicht zu entsprechen sei, nicht angegeben, mithin nicht ersichtlich ift, ob die erbetene Pension wege: Maagels der im §8. 53 des gedachten Gesetzes geforderten Nach- weisung der Dienstunsähigkeit oder wegen der |tattgehabten Kün digung oder áus irgend einem anderen Grande versagt worden ist.

Wenngleib hiernach der gegen das a .gefohtene Erkenvtniß ge- richtete Angriff aa si als begründet erscheint, so ist dennoch die Revision gemäß §. 526 der Civilprozeßordnung zurückzuw:isen, weil die Eatscheidung sich auz anderen Gründen als rihtig darstellt.

Ja Folge des bei der Anstellung des Klägers gemachten Vor- behalts stand der Behörde, welche die Anstellung verfügt hatte, das Recht zu, iha mit Ablauf von vier Wochen nach erfolgter Kündigurg zu entlassen. Durch die Bestimmung des §8. 37 des Reichsqeseßzes vom 31, März 1873, welcher den auf Kündigung angestelltzn R-ichs- beamten, sofern si: eine in dea Besoldungsetats aufgeführte Stelle bekleiden, einen Rehttanspruch auf Pension gewährt, ist das Kün- digungöreht nicht ausges{lossen. Wäre es die Absiwt des Geseß- geb2rs gewesen, difsselbe nah zehnjähriger Dienstzeit ohne Weiteres oder wenigstens nach Eintritt der Dienstunsähigkeit auszu- schließen, so hätte es einer diese Absit verwiriliteuden Bes stimmung im Geseye bedarft, Eine solwe ist aber nicht vor- handen; vielmehr gewährt §. 32 des Meichsbeamtenge set:8 der Behörde, welche die Anstellung verfügt hat, die Befugniß zur Etlafsung der auf Kündigung angeitellten Reihsbeamten ohne Ein- \cchränfung. Es ist übrigens auh nicht anzunehmen, daß es die Ab- sicht des Geseggebers gewesen wäre, das Kündigungörecht in der frag- liden Beziehung einzuschränken. Da die Motive zu §8. 37 erwähnen, das revidirte Civil-Staatsdienergejses jür das Grofherzo;thum Ol- denburg vom 258. März 1867 enthalte im Art. 55 die B-:stimmung, daß bei widerrcuflich anzestelten Beamten naß dem Eintritt der Borausseßzungen für eine Versezunz in den Ruhestand von dem Kün- digungsreht fein Gebrauh gemadt werden darf, fo unterliegt es keinem Zweifel, daß die Nichtausnahme einer gleicen Bestimmung in das Reichsdeamtengesey nit auf cinem Ucbe:sehen der Frage, fondern auf der Absiht beruht, eine solhe Bestimmung nicht zu treffen. Es muß daher angenommen werden, daß das vorbehaltene Kündigungöreht auch dann fortdauert, wenn bei dem Beamten die Vorausseßungen für eine Verseßung in den Räahestand bereits ein- getreten find, und daß dasselbe inébesondere zu dem Zwecke aus- geübt werden kann, den Beamten wegen begangener Dienstvergehen ohne Einleitung des Disziplinarstrafverfahrens aus dem Amte zu eatfernen. Durch die vermittelst der Kündigung erfolgende Enlassung hôren «lle Ansprüche aus dem Dienstverhältnise, insbesondere au Pensfionsansprüche auf. Auch wenn der entlassene Beamte der An- icht it, deß ein genügender Grund zur Kündigung nicht vorgelegen habe, kann er vermögensrechtliche Ansprüche für die Zeit nach der Eatlassu«g vor Gericht nicht echeben; ihnen steht nit §. 155 des Reichsbeamtengesetzes, welcher den Fall der Kündiguag nicht erwähnt, aber das Wesen des vorbehaltenen Kündigungsrechts entgegen, dessen Ausübung dem pflihtmäßigen Ermessen der im §. 32 bezeichneten Be- hörde üterlafsen ift, daßeine ri chterliheNachprüfuag derGründe, welche zur Ausübung desselben Veranlassung gegeben baben, nicht stattfindet. Ob die Entscheidung des Gerichts nibt wenigstens dann angerufcn werden könnte, wenn das Kündigungsrecht von der. Verwaltungs- b¿hôrde dazu mißbrauLt worden wäre, einem dienstunfähig gewor- denen Beamten, dessen Entlassung nicht durch andere Gründe veran- laßt worden, geflissentliÞh den Ansprach auf Pension abzuschneiten, kann dahingesteüt bleiben, weil ein solcher Vorwurf von dem Kläg:cr nicht erhoben worden ijt.

Aus diescn Bründen ist die Revision zurückzuweisen urd in Be- tref der Kosten °8 Revisionsverfahrens nach §. 92 der Civilprozeß- ordnung zu erke: n.

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Verbot des Einsammelns von Beiträgen zu sozialistishen Bestrebungen.

Geseß vom 21. Oftober 1878, 8. 16.

Jn der Untersuhungssahe wider den Tischlergesellen W. aus H. und den Tischler P. daher, wegen Einsammelns von Beiträgen zu sozialdemokratishen Bestrebungen,

hat das Reichsgericht, Dritter Strafsenat, am 8. De zember

1880, für Recht erkannt :

daß auf die Revision der Staatsanwaltschaft das Urtheil des Kö- niglih preußischen Landgerichts zu A. vom 20. Juli 1880, in- soweit das Urtheil die Angeklagten von der Sträse des Zu- widerhandelns gegen das Verbot des Polizeiamts zu A. vom 27. Dezember 1878 freispriht, unter Aufrechthaltung der demselben zu Grunde liegenden thatsählihen Feststelungen aufzuheben und die Sache insoweit zur anderweiten Verhand- lung und Entscheidung an die vorige Jnstanz zurückzuver- weisen. Gründe:

Das angefohtene Urtheil tellt feft, daß die Angeklagten zu A. im Juni 1880 gemeirscaftlich dem vom dertigen Polizeiamt unter Bezugnahme auf den §. 16 des Geseßes vom 21. Oktober 1878 er- lassenen Verbote vom 27. Dezemker 1878 zuwidergehandelt baben, gelangt jedoch zur Freispred: ung der Angeklagten von den im citirten Geseße für Zuwiderhar deln gegen ein auf Grund des §. 16 er- lassenes Verbot gedrohten Strafen, weil das Polizeiamt zu A. bei dem Verbot vom 27. Dezember 1878 nicht innerhalb des Rahmens des §. 16 geblieben sei; denn dieser Paragraph sei daßin zu inter- pretireo, „daß, falls Beiträge zu sozialistishen Bestrebungen bereits einzesammelt oder darauf bezüglihe Aufforderungen *creits erlaffen sein sollten, solhes alédann zu verbieten sei,“ woraus folge, daß Verbote für künftige mögliche Fälle niht durch den §. 16 gedeckt werden; zu dieser leßteren Art gehöre aber das Vertot vom 27. Dezember 1878.

Diese Rehhisansicht ift cine irrthümlihe. Damit die Gerichte auf die in §. 20 des citirten Gesezes angedrohte Strafe erkennen können, wird zwar ein „nah S. 16 erlassenes“, also ein Verbot er- fordert, welches dem §8. 16 entspricht; aber der 8. 16 spricht nicht von bereits gesammelten Beiträgen und nicht von bereits erfolgten Ai fforderungcn, wie \ch{on daraus erhellt, daß die Strafe des §. 20 pur dann eintreten soll, wenn das Cinsamme!n und die Aufforderung dem Verbot zuwider geschab. also in einem Zeitpunkte geschah, in welhem das Verbot bereits erlaffen war ; das Vergehen des §8. 20 besteht ge:ade in dam Zuwiderhandeln gegen das erlassene Verbot. Auch zétigt der zweite Saß des §. 20, daß das vor dem Verbot der Sammlung oder Aufforderung Gesammeite oder Empfangene von dem Geseh nicht getroffen wird. Damit das Verbot dem §. 16 ent- spreche, wird nur gefordert, taß es diejenize Sammlung oder Leistung von Beiträgen, worauf es fich bezicht, kenutlih mache, gleichgültig, ob die Sammlung bereits tegonnen hatte, so daß das Verbot nur die Fo:tseßzung derselben treffen kann, oder ob sie erst beatsichtigt wird oder in Ausfitbt steht.

Das Verbot des Polizeiamts zu A. rom 27. Dezember 1878 be- 30g fich auf die Sammlung von Beiträgen zur Unterstüßung der Frauen und Kinder der aus B. ausgewiesenen Sozialdemokraten, wie die vorigen Richter festgef‘ellt habn ; es ist dadurch in genügender Weise kenntlich gemacht, welhe Sammlung nicht stattfinden solle. Eine Erörterung der verschieden bcantworteten Frage, ob der er- wähnte Unterstüßungs;weck nothwendig den in §. 16 ver'angt?:n Zweck dec Förderung sozialistisher Bestrebungen ecin}chli.ße, eine Samm- lung zu scl&em Zweck also polizeilich zu verbieten gewesen sei, gehört nicht vor die Gerichte, sondern aus/{ließlich vor die dem §8. 16 Absag 2 gemäß mittels einer Beschwerde gegen das Verbot etwa angerufenen polizeilihen Au!ifihtsbehörden ; die Gerichte haben fic an der, hier durch Bezugnahme des Verbots auf den §. 16 klar gemachten chat- sachen genügen zu lassen, daß die Polizeibehörde jenen Unter- stüßungszweck, als eine ¡beabsitigte Förderung soztalistiswer Bestre- A E fich s@ließend, aufgefaßt und deshalb die Sammlung ver- oten hat.

Das angefochtene Urtheil war daher insoweit, als der vom Staattanwalt gestellte Revisionsantrag rciht (8. 392 Strafprozeß- ordnung), also nur, sowcit das Urtheil die Zuwiderhandlung gegen das Verbot vom 27. Dezember 1878 betrifft, au'zuheten. Da die Aufhebung aber nur wegen Gefetzeesverleßung bei Anwendung des Gesetzes auf den festgestellten Thatbestand erfolgt, so bedurfte s nicht der Aufhebung der dem Urtheil zu Grunde liegenden Feststel- lung (8. 393 Strafprozeßordnung).

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Sutscheidungen des Reichs-Gerichts. N f.

R S5

foudere Beilage

E zum Deutschen Reichs-Anzeiger und Königlich Preußischen Staats-Anzeiger. Berlin, den 19. Januar 1881.

Widerstandsleistung gegen Bürgermeister als Vollstreckungsbeamte.

Strafgeseßbuch §8. 113.

Jn der Untersuhungssache wider den Schmiedegesellen L.

aus St., ohne Domizil,

at das Reichsgericht, Zweiter Strafsenat, in der öffent-

lthen Sißung am 26. November 1880, nah mündliher Verhandlung für Recht erkannt:

daß auf die Revision des Ersten Staatsanwalts zu N. R. das Urtheil der Ersten Strafkammer des Königlich preußischen Landgerichts zu N. R. vom 2. Oktober 1880, soweit es den Angeklagten wegen Widerstandes gegen die Staategewalt mit drei Monaten Gefängniß bestraft und ihm die dadurch ver- ursahten Kosten auferlegt, mit den demselben zu Grunde liegenden, dieses Vergehen betreffenden thatsählichen Fest- stellungen aufzuheben und insoweit die Sache zur anderweiten Verhandlung und Entscheidung an die Straskammer zurück-

zuverweisen. Gründe:

Die auf Verleßung des §. 113 des Strafgeseßbuchs gestüßie

Revision des Staatsauwalts erscheint begründet.

Die Strafkammer stellt fest, daß der Angeklagte am 17. August 1880 zu W. dem Polizeisergeanten W. als Vollstreckungsbeamten wâäh- rend der rechtmäßigen Ausübung seines Amtes mit (dur) Gewalt Widerstand ge'eistet hat, nimmt auch für erwiesen an, daß Angeklagter den Bürgermeister J. von W. bei dem Bestreben, dem dur Ange-

flagten bei der Verhaftung bedrängten Polizeisergeanten W. und Polizeisekretär L. zu Hülfe zu kommen, mit einem Stocke heftig auf den Arm geschiagen und die Brille vom Gesicht gerissen hat. Hiecin findet die Strafkammer zwar ein Leisten von Widerfiand mit (dur) Gewalt; sie verneint aker, daß das gegen den Bürgermeister J. ge- richtete Handeln des Angeklagten unter den §. 113 des Stra!ge]eß- buchs falle, aus dem Grunde, weil der Bürgermeister J. ein zur Vollstreckung von Geseyen, Befehlen oder Anordnungen der Ver- waltungsbehörden berufener Beamter nicht sei, der Bürgermeister, als Polizeibeamter, vielmehr rur dazu, Befehle zur Verhaftung zu erthcilen, niht aber dazu berufen sei, dieselben ix Person auszu- führen. Diese Annahme beruht auf einem Rechtsirrthum. | Der §. 62 der Städtcordnung für die ses östlihen Provinzen der preußishen Monarchie vom 3v. Mai 1853 (Gesez-Sammlung Seite 261) bestimmt, daß, wenn die Handhabung der Ortspolizei niht Königlichen Behörden übertragen is (welher Fall für W. als vorliegend niht angenomme: ist), der Bürgermeister nah näherer Bestimmung der Geseße die Handhabung der Ortêspolizei zu besorgen bat. Nach §. 1 des Geseyzes über die Polizeiverwaltung vom 11. März 1850 (Gescß-Sammlung Seite 265) wird die örtliche Polizeiverwaltung von den nach den Vorschriften der Semeindeord- nung dazu bestimmten Beamten, sofern dieselbe nit besonderen Staatébeamten übertragen ist, im Namen des Königs geführt, und find die Orts- Polizeibeamten verpflichtet, die ihnen von der vorge]eßlen Staatsbehörde in Polizeiangelegenheiten ertheilten Anweisungen zur Auéführung zu bringen, auch muß Jeder, der sich in ihrem Verwaltungébezirke aufhält oder daselbst ansäisig ist, thren polizei- lichen Anordnungen Folge leisten. Die Handhobung der Ortépolizei umfaßt nicht nur die Anordnung polizeilider Maßregeln, sondern auch deren Ausführuag. Mag die leßtere in der Regel untergeord- neten Organen zufallen, so ist der Inhaber der Polizeigewalt do; jedeafalls berechtigt und insofern au E berufen, behufs der Durchführung, glei den untergeordneten VDrganen, persönlich ein- zugreifen. An diesem Rechte und Berufe der Bürgermeister als Ju- haber dcr Ortspolizeigewalt, ist weder durch die Vorscbristen der Kreisordnung vom 13. Dezember 1872 (Gesch - Sammlung Seite 661) noþ in Folge des Geseßzes, betreffend die Zu- ständigkeit der Verwaltungsbehörden 2c. vom 26. Juli 1876 (Gesetz- Sammlung Seite 297) oder des Gerichtsverfassungs-Geseßes (ver- gleihe §. 153 daselbst) oder der Sirafprozeßordnung (vergleice 8. 127 daselbst) eine Aenderung eingetreten. Die Strafkammer hat daher mit Unreht dem Bürgermeister J. bci seinem Einschreiten

S - E S P S S S

gegen den Angeklagten die Eigenschaft eines zur Vollstreckung von Geseßzen und von Befehlen und Anordaäungen der Verwaitungs- behörden berufenen Beamten abgesprohen und dadurch den §. 113 des Strafgeseßbuchs verlegt. Da die Strafkammer nur dem Polizei- fergeanten W. geleisteten Widerftand angenommen und in dem an- gegebeacn Rechtsirrthume nicht den ganzen Vorgang, in welchem die Anklageschrift, bezichentlih der Eröffnungébesbluß auch einen gegen den Bürgermeister J. verübten Witerstayd mit (durh) Gewalt und ihätlihen Angriff findet, der Bestrafung aus §. 113 des Strafgeseh- bus zu Grunde gelegt hat, so ift das in diejer Beschränkung an- gefochtene Urtheil, soweit es den Angeklagten wegen Widerstandes gegen die Staatéëgewalt mit drei Monaten Gefänguiß bestraft und ihm die darauf bezüzliben Kosten auferlegt, mit den demselben zu Grunde liegenden, dieses Vergehen betreffenden thatsäßlihen Fest- siellurgen gemäß §8. 393, 394 der Strafprozeßordnung